Atualização: esta foi minha primeira visita a Mdina, em janeiro de 2011, durante uma excursão de cruzeiro da MSC. Algumas fotos já não estão nítidas e outras não são de boa qualidade. Em 2026, quinze anos depois, voltei à cidade e preparei um novo roteiro com fotos muito melhores — você pode ver a versão atualizada aqui: [xx].
Mdina é a antiga capital de Malta. Situada no centro da ilha de Malta, esta típica cidade medieval também é conhecida como “Cidade Silenciosa”, especialmente pelas suas noites sossegadas e descontraídas. Visitar Mdina é como entrar numa máquina do tempo. É uma imensa diversão explorar as ruas estreitas de calçada, igrejas, mosteiros e palácios. Dê um passeio a pé pelas muralhas defensivas de Mdina, uma cidade-museu ao ar livre e um dos melhores exemplos na Europa de cidade muralhada.

Visto que se situa na zona central de Malta e tendo sido construída no topo de um planalto, Mdina tem vistas fabulosas dos campos e vilas em redor e até mesmo do Mar Mediterrâneo.
Visto que se situa na zona central de Malta e tendo sido construída no topo de um planalto, Mdina tem vistas fabulosas dos campos e vilas em redor e até mesmo do Mar Mediterrâneo.
Mdina é a vila mais antiga de Malta. Com ela, Rabat, que significa subúrbio, a sua origem e história podem ser rastreadas até mais de 4000 anos. Foi inicialmente habitada pelos fenícios cerca de 700 d.C., que a chamavam de 'Malet' ou 'Maleth'. Após os romanos conquistarem Malta em 218 d.C., eles mudaram o nome da cidade para “Melita”. Sob o Império Romano, o governador romano construiu seu palácio em Mdina, tornando-se sede do governo, e diz-se que, em 60 a.C., o apóstolo Paulo ficou lá depois que ele naufragou em Malta e que ele passou a residir na área de Rabat.
A cidade medieval de Mdina apresenta uma mistura de arquitetura normanda e barroca e é o lar de muitos palácios, a maioria dos quais hoje serve como casas privadas. A história registra a área como tendo muitos edifícios bonitos e um padrão de vida elevado, lar de famílias nobres de Malta.

Mdina entrou em declínio no início do século XVI, quando Valletta se tornou a nova capital de Malta, seguindo um projeto incrível da Ordem dos Cavaleiros de S. João. Contudo, a nobreza de Malta, descendente de senhores feudais normandos, sicilianos e espanhóis, continuou a viver em Mdina. Ainda hoje, a cidade é por vezes chamada de Citta’ Vecchia (cidade velha) e Cita’ Notabile (cidade nobre).
Em 1693, um grande terramoto destruiu parte de Mdina, mas os Cavaleiros de São João reconstruíram a catedral e construíram alguns edifícios em estilo Barroco, como o Palazzo Falzon e o Magisterial Palace.
A cidade medieval de Mdina apresenta uma mistura de arquitetura normanda e barroca e é o lar de muitos palácios, a maioria dos quais hoje serve como casas privadas. A história registra a área como tendo muitos edifícios bonitos e um padrão de vida elevado, lar de famílias nobres de Malta.
Mdina entrou em declínio no início do século XVI, quando Valletta se tornou a nova capital de Malta, seguindo um projeto incrível da Ordem dos Cavaleiros de S. João. Contudo, a nobreza de Malta, descendente de senhores feudais normandos, sicilianos e espanhóis, continuou a viver em Mdina. Ainda hoje, a cidade é por vezes chamada de Citta’ Vecchia (cidade velha) e Cita’ Notabile (cidade nobre).
Em 1693, um grande terramoto destruiu parte de Mdina, mas os Cavaleiros de São João reconstruíram a catedral e construíram alguns edifícios em estilo Barroco, como o Palazzo Falzon e o Magisterial Palace.
Howard Gardens
É um dos principais jardins em Malta, com o nome do primeiro-ministro de Malta, Joseph Howard OBE (1862–1925), tendo sido inaugurado em 1942.
O Howard Garden situa-se entre as populares Rabat e Mdina, muito perto da Villa Romana, formando uma fronteira natural entre as duas cidades. Ao visitar os jardins, você vai ver um pomar de laranjeiras, um campo de futebol, quadra de tênis, árvores e arbustos, bem como bancos e caminhos.

Howard Gardens é um ponto de turismo muito popular e oferece vistas agradáveis sobre os bastiões de Mdina. É um lugar para relaxar após um dia de passeios turísticos em Mdina e Rabat.

Mdina é um exemplo típico de cidade medieval e sua entrada é como cena de filme: por uma ponte de pedra, como se fosse uma ponte levadiça, e por um portal entalhado em pedra, que faz bem sua função de transportar os turistas do século XXI ao XIV em alguns passos.
Howard Gardens é um ponto de turismo muito popular e oferece vistas agradáveis sobre os bastiões de Mdina. É um lugar para relaxar após um dia de passeios turísticos em Mdina e Rabat.
Mdina é um exemplo típico de cidade medieval e sua entrada é como cena de filme: por uma ponte de pedra, como se fosse uma ponte levadiça, e por um portal entalhado em pedra, que faz bem sua função de transportar os turistas do século XXI ao XIV em alguns passos.
Ao atravessar esse portão, chega-se a uma praça, a Piazza Public ou St. Publius Square, onde fica o Palácio Vilhena (Palazzo Vilhena). Basta atravessar esta maravilhosa porta esculpida do palácio para encontrar o Museu de História Natural de Malta (Museum of Natural History of Malta), que exibe fósseis e vida selvagem locais. Por baixo do palácio, nas masmorras, vai ver instrumentos de tortura originais utilizados em Malta desde a Idade Média até 1813.
Logo depois, há algumas ruas estreitas e labirínticas que fazem caminho até o interior da cidade, sendo que a rua principal e eixo que atravessa a cidade amuralhada é a Triq Villegainon. Seu nome é uma homenagem a Nicolas de Villegaignon. Ele mesmo, o almirante francês que tentou estabelecer uma colônia no Rio de Janeiro e foi derrotado por Estácio de Sá em 1555. Villegaignon era sobrinho do Grão-Mestre Villiers (que trouxe a Ordem de São João para Malta), tendo defendido as águas maltesas durante vários anos antes de rumar para o Brasil. 


A Triq Villegaignon sedia algumas das edificações mais bonitas de Mdina, das quais a mais elegante e antiga é o Palazzo Falson, do século XIII. Que hoje abriga um museu, mas não conheci nenhum dos dois por dentro; nossa excursão vagou pelas vielas pitorescas da cidade.
A Triq Villegaignon sedia algumas das edificações mais bonitas de Mdina, das quais a mais elegante e antiga é o Palazzo Falson, do século XIII. Que hoje abriga um museu, mas não conheci nenhum dos dois por dentro; nossa excursão vagou pelas vielas pitorescas da cidade.
A pracinha no final da Triq Villegaignon, junto à muralha, fornece uma ótima surpresa: um mirante com vista privilegiada dos arredores de Mdina, já que a cidade foi construída sobre um platô. Enfim pude obter um panorama amplo dos campos malteses!

Ao se caminhar pela Triq Villegaignon, na metade do percurso, chegamos à Praça da Catedral, que, claro, é dedicada a São Paulo.

A Catedral foi erguida no terreno onde se localizava o palácio do governador romano. Única em Malta até a fundação de Valletta, teve que dividir seu status com a Co-Cathedral St. John, construída na nova capital no século XVI. Seu prédio barroco é, porém, mais novo que o da co-catedral, pois um terremoto em 1693 destruiu muitas edificações em Mdina, e a catedral teve que ser reconstruída.

A fachada segue o padrão maltês para igrejas, com duas torres, cada uma com seu campanário e um relógio branco abaixo dele. O chão da Catedral também segue o modelo de Valletta, todo em mármore formado por tumbas com desenhos. A diferença está nos seus ocupantes, aqui na sua maioria prelados. A Catedral conta ainda com um mural em sua cúpula retratando o naufrágio de São Paulo em Malta, pintado pelo mesmo artista responsável pela redecoração da Co-catedral, Mattia Preti.







Ao seu lado, no fundo da praça, fica o eclético Museu da Catedral, cuja coleção abrange lápides romanas, pratarias, pinturas e até gravuras de Rembrandt. Neste museu da Praça Archbishop, verá os tesouros salvos do terramoto que destruiu parcialmente a primeira catedral de Mdina: pinturas, peças em madeira, desenhos de mestres antigos. Também guarda uma coleção de moedas que tem alguns exemplares com mais de 2.000 anos.

A Experiência de Mdina (The Mdina Experience) — Na Mesquita Square há um espetáculo audiovisual que conta a história da antiga capital de Malta desde a sua fundação. De preferência, devia ver a apresentação antes de visitar Mdina, para perceber na totalidade os lugares por onde passasse.
Ao se caminhar pela Triq Villegaignon, na metade do percurso, chegamos à Praça da Catedral, que, claro, é dedicada a São Paulo.
A Catedral foi erguida no terreno onde se localizava o palácio do governador romano. Única em Malta até a fundação de Valletta, teve que dividir seu status com a Co-Cathedral St. John, construída na nova capital no século XVI. Seu prédio barroco é, porém, mais novo que o da co-catedral, pois um terremoto em 1693 destruiu muitas edificações em Mdina, e a catedral teve que ser reconstruída.
A fachada segue o padrão maltês para igrejas, com duas torres, cada uma com seu campanário e um relógio branco abaixo dele. O chão da Catedral também segue o modelo de Valletta, todo em mármore formado por tumbas com desenhos. A diferença está nos seus ocupantes, aqui na sua maioria prelados. A Catedral conta ainda com um mural em sua cúpula retratando o naufrágio de São Paulo em Malta, pintado pelo mesmo artista responsável pela redecoração da Co-catedral, Mattia Preti.
Ao seu lado, no fundo da praça, fica o eclético Museu da Catedral, cuja coleção abrange lápides romanas, pratarias, pinturas e até gravuras de Rembrandt. Neste museu da Praça Archbishop, verá os tesouros salvos do terramoto que destruiu parcialmente a primeira catedral de Mdina: pinturas, peças em madeira, desenhos de mestres antigos. Também guarda uma coleção de moedas que tem alguns exemplares com mais de 2.000 anos.
A Experiência de Mdina (The Mdina Experience) — Na Mesquita Square há um espetáculo audiovisual que conta a história da antiga capital de Malta desde a sua fundação. De preferência, devia ver a apresentação antes de visitar Mdina, para perceber na totalidade os lugares por onde passasse.
| Red box telephone in La Valletta, Malta |
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