Vitória | Espírito Santo: praias, mirantes e cultura em roteiros pela capital capixaba

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Dizem que santo de casa não faz milagre. É verdade! Há muito tempo estou querendo fazer uma postagem sobre as belezas da minha terra. 
Viajei para tantos lugares deste mundo… No blog tem postagem sobre várias cidades da Europa, da América do Sul, da Ásia e até da África, além de vários estados do Brasil. 
No entanto, sou capixaba e, acreditem, não tem nada postado no blog sobre o Espírito Santo!

Ou melhor, não tinha. Finalmente chegou o dia… Hoje, vou dar dicas e mostrar um roteiro bem legal para quem tem 3, 4 ou 5 dias para visitar o Espírito Santo.

Neste roteiro, você monta base na capital, Vitória, e todo dia visita uma cidade próxima, com o chamado bate-volta. Mas, para isso, o melhor é você estar de carro próprio ou alugar, por causa da comodidade. Mas nada impede ir e voltar de ônibus; no entanto, penso que fica cansativo, perde-se a liberdade de sair e chegar a hora que quiser.

Como chegar

Vitória tem voos diretos do Rio de Janeiro, tanto do Galeão quanto do Santos Dumont, de São Paulo, também tanto de Guarulhos-Cumbica quanto de Congonhas, Belo Horizonte, Brasília e Salvador.
Pela rodovia, para quem vem do Rio de Janeiro, Vitória está a 520 km pela BR-101 (sul); Porto Seguro está a 580 km pela BR-101 (norte). 
Chegamos de carro próprio, vindos do Rio de Janeiro. 
Dica: para evitar rodar pela periferia de Vitória, na altura de Guarapari, utilize a Rodovia do Sol, muito boa, duplicada, com velocidade máxima permitida de 110 km/h. Neste caso, você chegará por Vila Velha, o cartão-postal da região com o seu Convento de Nossa Senhora da Penha, que fica no alto de um morro com vista para as duas cidades.
O que fazer
Neste primeiro dia, sugiro começar sua visita pela capital Vitória, que conserva a sua história na Cidade Alta, próxima ao centro.
Depois, sugiro um almoço vegetariano no Sol da Terra, um passeio de escuna até o Museu da Vale, uma parada para um delicioso café no Café do Museu, retornando com a escuna para apreciar o lindo pôr do sol na baía de Vitória, fechando a noite no frequentadíssimo Bar Abertura.
Cidade Alta — Construção Histórica
A capital surgiu em 1551, mas seu traçado colonial foi alterado no início do século XX — época em que muitas construções foram destruídas. Um passeio a pé pelo Centro, também conhecido como Cidade Alta, revela o patrimônio histórico que Vitória conseguiu preservar.
 
Palácio Anchieta

Assim como Vila Velha tem o Convento da Penha como monumento histórico mais famoso e o mais importante da cidade, Vitória tem o Palácio Anchieta. Então, nada mais justo que você comece a visita ao centro da cidade por aqui.

 Além do mais, ele não é apenas a sede de governo mais antiga do Brasil, mas o nosso principal ponto de contato com o período de fundação da Vila de Vitória, por estar construído sobre as ruínas do conjunto arquitetônico erguido pelos Jesuítas em 1551.

A sua construção começou em 1573 e só terminou em 1759. O prédio abrigou um convento até se tornar sede do governo estadual.


Completamente restaurado após quase cinco anos de obras, ele foi aberto à visitação pública. Agora, capixabas e turistas podem conhecer o Palácio por dentro e observar de perto a beleza desse monumento.
Atenção: somente aos domingos é possível visitar a parte reservada à residência do governador, o gabinete e os salões nobres, com mobiliário de mogno e cadeiras Luís XV.

Em média, a visitação — acompanhada por uma equipe de guias — dura 55 minutos de quarta a sábado e 1:30 h no domingo.

Ela inclui, ao final, a exibição de um vídeo de 11 minutos contendo um resumo da história do Palácio e de sua reconstrução no período recente. A visitação é gratuita. Você pode estacionar o carro na Praça João Clímaco.
As visitas podem ser feitas de quarta a sábado, das 10 às 17h, e no domingo, das 10 às 16h, com agendamento prévio pelo telefone (27) 3321-3578 ou pelo e-mail agendamento@seg.es.gov.br.

Igreja de São Gonçalo

Ali, bem pertinho do Palácio Anchieta, subindo pela Rua Muniz Freire e virando à direita na Rua São Gonçalo, você encontra uma igrejinha bem simples e bem pequenininha, porém bonita e original; é a Igreja de São Gonçalo.
As fundações são em alvenaria de pedra, argamassas com cal, borra de óleo de baleia e areia. Considerada pela crença popular como a igreja dos casamentos duradouros, foi inaugurada em 1766.
No entanto, a história da Igreja de São Gonçalo começa em 1707, quando duas Irmandades com as evocações de Nossa Senhora do Amparo e Nossa Senhora da Boa Morte construíram uma pequena capela no local.

Anos depois, a capela foi demolida para dar lugar a uma verdadeira igreja, consagrada a São Gonçalo de Garcia, santo português de devoção da Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte.

Atualmente, ela não possui atividade regular, tendo sido administrada por uma entidade privada, a Arquiconfraria de Nossa Senhora da Boa Morte e Assunção. Está aberta à visitação de terça a domingo, inclusive feriados, das 9 às 17 horas.

Em seu interior, há sempre um guia credenciado pela Prefeitura de Vitória para receber o turista e passar mais informações. Também é possível fazer uma visita guiada à igreja, aos sábados e domingos, por meio do Projeto Visitar da Prefeitura de Vitória. A esse respeito, falarei mais abaixo.
 
Viaduto Caramuru
O Viaduto Caramuru foi construído em 1925 com o objetivo de ligar as ruas Dom Fernando e Francisco Araújo e servir de passagem para o bonde, que então circulava pela Cidade Alta. O bonde, entretanto, nunca chegou a atravessar o viaduto, ou porque temiam que ele não aguentasse o peso ou porque o bonde não conseguia fazer a curva que ligava as ruas ao viaduto.

Logo abaixo se encontra a rua Caramuru, local histórico onde teria ocorrido uma batalha contra holandeses que tentaram invadir a ilha em 1640. O nome do viaduto, e da rua sob ele, foi dado em homenagem aos Caramurus, membros da Irmandade de São Benedito do Convento São Francisco, extinta no início do século XX.
 
Convento de São Francisco

Situado na encosta do Morro da Fonte Grande, encontra-se o prédio da antiga Igreja  e Convento de São Francisco, onde muito pouco, ou quase nada, de sua construção original continua de pé. Praticamente, o que se vê atualmente é apenas a fachada da igreja conventual; a torre com sino e as muralhas do antigo monastério são realmente originais.

As suas construções foram iniciadas em 1591 pelos padres franciscanos a pedido do 2º donatário da Capitania, Vasco Fernandes Coutinho Filho. A obra, que originalmente compreendia o convento, a igreja e uma capela, é finalizada somente em 1602. No ano de 1744, o frontispício da capela recebeu detalhes barrocos que desfiguraram seu aspecto original, de traços retos. E, em 1784, a torre sineira recebeu um terceiro sino.
Nem mesmo o alpendre avarandado em arcos que se projeta à frente das ruínas é legítimo; embora preserve seu formato original, ele foi reconstruído em 1950.

Não há muito ali que possa encantar os turistas, a não ser um monumento a Nossa Senhora das Neves e a estátua de São Francisco de Assis. No complexo há um antigo cemitério e ali funciona hoje a Cúria Metropolitana.

Endereço: Rua Abílio dos Santos, 47. Visita monitorada de terça a domingo, das 09:00 às 17:00 h.
 
Convento do Carmo

O complexo arquitetônico do Convento de Nossa Senhora do Monte Carmo foi construído pela ordem dos Carmelitas Calçados, que chegou ao Espírito Santo por volta de 1675.
Originalmente, o complexo englobava o Convento, a Igreja de Nossa Senhora do Monte Carmo e a Capela da Ordem Terceira, todos em estilo colonial com linhas barrocas.
Dom Pedro II, numa viagem que fez ao Espírito Santo em 1860, escreveu em seu diário:
“das capelas da Província, a que havia na Igreja e Convento do Carmo era a mais bonita que ele visitara.”

Em 1910, uma grande reforma foi realizada no prédio do Convento e até a capelinha foi demolida, chegando inclusive a ser moradia do Barão de Monjardim.
Capela de Santa Luzia
De todos os monumentos históricos do centro, a Capela de Santa Luzia é a única que sobrevive até hoje com suas características originais.

Sendo a construção mais antiga da cidade, ao ser construída em 1537 — antes mesmo da fundação da Vila de Vitória — por Duarte Lemos para atender aos ofícios religiosos de sua fazenda na Ilha de Santo Antônio.
A história da capela é relativamente pobre, apesar de sua importância simbólica. Atualmente está desativada.
Catedral Metropolitana
Por volta de 1550, o donatário Vasco Fernandes Coutinho ordenou a construção de uma nova igreja por ocasião da transferência da sede da capitania para a Vila Nova. Após a vitória dos colonos em uma das mais importantes batalhas travadas contra os índios goitacazes, a igreja foi consagrada a Nossa Senhora da Vitória. A mesma santa que daria nome à cidade e que tornaria sua padroeira.

Em 1895, com a criação do Bispado do Espírito Santo, a Igreja Matriz foi elevada à Catedral. Mas, com o crescente número de fiéis que a frequentavam, ela foi demolida para dar espaço a uma igreja maior e mais moderna, bem ao estilo dos novos tempos de prosperidade política e econômica da capital. Foi assim que, em 1918, deu-se início à construção da nova Catedral, cujas obras se arrastaram por quase 50 anos.
A sua fachada foi inspirada na Catedral de Colônia, na Alemanha, com duas torres sineiras em forma de cruz e um frontão minuciosamente decorado, sobre o qual repousa a imagem de Nossa Senhora da Vitória. O estilo arquitetônico predominante é o neogótico, com destaque para os vitrais estreitos e altos das esquadrias da nave.
O seu interior não tem a mesma imponência, nem chama tanta atenção quanto o seu exterior, talvez por conta das inúmeras interrupções que a obra sofreu por falta de recursos financeiros. 
Quanto a visitamos, o prédio passava por restauro e, infelizmente, não pudemos conferir seus belos vitrais.
Está no meio do caminho entre a Catedral e o Theatro Carlos Gomes, a Escadaria de São Diogo.
 
Escadaria de São Diogo
A Escadaria de São Diogo foi construída ao lado de um antigo forte de proteção de Vitória, o Forte São Diogo, que tinha a posição estratégica de monitorar um dos acessos à cidade alta. A fortificação defendia o braço de mar que entrava pela Baía de Vitória em direção à Praça Costa Pereira e seguia dividido à Fonte Grande e à Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo.

Devido à falta de espaço para expansão da capital, que até então possuía inúmeras fortificações, foi necessário o aterro de parte do canal de Vitória. Com isso, o forte perdeu sua utilidade, sendo removido no século XIX.
O local da escadaria era chamado originalmente de Ladeira da Pedra, como ainda continua sendo denominada a sua parte superior, por não ter na época calçamento algum e uma precária escada esculpida diretamente na pedra bruta. 
Em 1942, foi construída uma nova escadaria e, com seu estilo eclético, mostrou maior imponência em relação ao desenho anterior característico do passado colonial. 
Apesar de a escadaria se manter discreta na paisagem da cidade, ainda preserva a importante função de ligar a cidade baixa, a partir da Praça Costa Pereira, à cidade alta, próximo à Catedral Metropolitana.
 
Theatro Carlos Gomes

Reaberto recentemente após um longo período de restauração, o Theatro Carlos Gomes (com “H” mesmo) foi construído em 1927 para substituir o antigo Teatro Melpômene, demolido 4 anos antes para a abertura da Rua Sete de Setembro.
O seu projeto foi assinado pelo arquiteto e construtor André Carloni e reproduziu o propósito modernizante do Governador do Estado, Florentino Avidos. A sua arquitetura foi inspirada no famoso Teatro Alla Scala, de Milão, na Itália.

A fachada do teatro mescla elementos característicos de diferentes estilos arquitetônicos. Há referências ao clássico e neoclássico nas colunas com capitel compósito e frontões triangulares e ao barroco na sinuosidade e recortes do seu vão central e na expressividade das estátuas do acrotério.

Lá em cima, no alto, as estátuas são elementos simbólicos, como:
— No centro, coroando a edificação, a estátua do deus grego Apolo, protetor das artes. Ele carrega em suas mãos duas liras, significando o descanso da alma agitada;
— Duas figuras femininas sentadas aos seus pés, tocando trombetas: uma segura um livro e a outra uma máscara, relembrando a arte do teatro;
— De cada lado há duas esculturas: a da esquerda, com talhadeira e martelo, representando a escultura; a lira, representando a música; e a da direita, com pincel e aquarela, representando a pintura; e o livro, representando as letras;
— E, por fim, também no centro, o busto do músico paulista Carlos Gomes, artista que dá o nome ao teatro.
Lá dentro, a disposição interna do salão é baseada no modelo italiano de “teatro em ferradura”, com uma série de galerias superpostas em torno do auditório principal.
Uma pintura do artista mineiro Homero Massena se destaca no teto do teatro, retratando o compositor Carlos Gomes junto a três dos principais músicos mundiais que o inspiraram: Wagner, Bach e Verdi.
O Theatro Carlos Gomes está localizado na circunferência da Praça Costa Pereira, a mais importante do centro da cidade.

E, por fim, pegar a rua que passa por trás do teatro até chegar à escadaria do Rosário, que confere acesso à atração final do passeio, a Igreja do Rosário.

Igreja do Rosário
 
A Igreja de Nossa Senhora do Rosário é a última das igrejinhas antigas do centro de Vitória e também a mais distante. 
Ao contrário de todos os outros monumentos visitados até aqui, ela não está localizada na antiga Vila, naquela região conhecida como “cidade alta”. O seu endereço é no Morro do Vigia, um elevado que margeia todo o início da Avenida Jerônimo Monteiro. 
Por isso o caminho até ela exige alguns minutos de caminhada. E quem passa pela Avenida Jerônimo Monteiro quase não percebe a presença de duas palmeiras imperiais que se erguem por entre muros de concreto bem do lado direito da pista.

A construção da Igreja foi iniciada em 1765 pela Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, utilizando mão de obra predominantemente escrava. Os seus traços arquitetônicos originais, em estilo barroco, foram preservados. 
O seu interior é composto por nave, capela-mor, sacristia e um corredor com ossários de antigos integrantes da Irmandade.
No entanto, a maior riqueza da Igreja do Rosário está em sua história, famosa pelo conflito envolvendo “Caramurus e Peróas”. Que não vou contar aqui; vou deixar para vocês ouvirem dos guias por meio do Projeto Visitar, que explico agora como funciona.
 
Projeto Visitar
Pouca gente sabe, mas é possível conhecer os monumentos do centro da capital capixaba mediante visitas guiadas gratuitas. 
A iniciativa é da Prefeitura de Vitória, que, por meio do Projeto Visitar, capacita monitores para acompanhar turistas e moradores pelas ruas do centro, contando a história de cada igreja ou construção.
São dois os roteiros incluídos no Projeto Visitar que, juntos, englobam 33 monumentos. O primeiro deles, “Vitória, de Vila a Cidade”, e o segundo, “De Caramurus e Peroás”. 
O agendamento pode ser feito de segunda a sexta, das 09 às 13h e das 14 às 18h, pelos telefones (27) 3315-5540 e 3183-9524 ou pelo e-mail: projetovisitar@vitoria.es.gov.br

Dica: não há nada nestes roteiros que não se possa conhecer por conta própria. Mesmo aqueles que estiverem interessados em cada detalhe dos roteiros podem contar com folders nestes locais, editados pela Prefeitura de Vitória, que reproduzem o trajeto e as principais informações de cada um deles. Além de um projeto louvável, o mais interessante que achei foi que é dado ao turista um passaporte. A cada monumento visitado, é posto um carimbo com os dizeres: “visitei”, incentivando o visitante a completar o passaporte.

Atenção: durante a semana, este percurso do centro histórico de Vitória é bastante movimentado, por causa dos inúmeros prédios públicos que funcionam ali. Por isso não há muito problema em caminhar sozinho pela região, bastando tomar as precauções básicas comuns a qualquer tipo de cidade brasileira. Mas, nos finais de semana, as ruas ficam praticamente desertas e a sensação de segurança diminui muito, tornando desaconselhável o passeio sozinho. 
Se você não tiver outra opção de dia, tente agendar a visita guiada por meio do Projeto Visitar. Agendamos com o projeto; estávamos em quatro pessoas e, mesmo assim, fizemos o percurso entre os pontos de carro (onde foi possível), pois nos monumentos há segurança.

Passeio de escuna

Quem curte ou suporta bem o balançar da maré tem a opção de fazer passeios marítimos, como o de escuna. Há duas saídas diárias para os passeios, que começam no píer de Iemanjá, no canto direito da Praia de Camburi.
Neste passeio, você vai passar por baixo da Terceira Ponte, ver de perto as pequenas ilhas que formam o arquipélago que é a cidade de Vitória, conhecer um pouco da história de Vitória, capital do Espírito Santo, e também de Vila Velha.

Quem faz este passeio consegue ter uma visão diferente de quem só conhece as belezas da cidade, observadas por terra.

Às 10h, a escuna navega pela Baía de Vitória e segue até a Praia da Costa, em Vila Velha. Às 15h, percorre as ilhas do Boi e dos Frades, 3.ª ponte e Porto, com parada no Museu Vale.
Os roteiros duram duas horas. 
Fábrica de Chocolate Garoto

 
Museu Ferroviário — Museu Vale
O Museu Vale, inaugurado em 15 de outubro de 1998, é uma iniciativa da Fundação Vale, instituição que realiza ações, projetos e programas sociais nas regiões onde a Vale está presente.

O museu está localizado no prédio da antiga Estação Ferroviária Pedro Nolasco, que ligava o minério de ferro de Minas Gerais aos portos do Espírito Santo.
O primeiro andar desse mesmo prédio é destinado à exposição de relíquias e fotos do trabalho na ferrovia.

Uma locomotiva a vapor original, fabricada em 1945 na Filadélfia — EUA, instalada bem em frente à entrada do prédio principal;

Horários: segundas-feiras — fechado para o público (manutenção); terças a sextas — 8h às 17h; sábados e domingos — 10h às 18h.
Entrada: gratuita

Mas há ainda um último atrativo no Museu da Vale: o Café do Museu. Um restaurante anexo ao prédio da Estação Pedro Nolasco, que funciona dentro de um vagão de trem.

O Café do Museu é um espaço terceirizado. Trabalha com a típica culinária italiana. Serve almoço (self-service e à la carte), café e jantar (somente à la carte), e realiza eventos particulares para até 180 pessoas, mediante locação e em acordo com as normas do Museu Vale.
Horários: segundas, das 10h às 14h; terças, quartas e domingos, das 10h às 18h; quintas, sextas e sábados, das 10h às 24h, com música ao vivo à noite.
Entrada: gratuita

Onde Comer

🥗 Restaurante Sol da Terra | Cozinha vegetariana em Vitória
O Sol da Terra é um tradicional restaurante vegetariano de Vitória, hoje localizado no Hortomercado da Enseada do Suá. Fundado pelo médico naturalista Marco Ortiz, o restaurante trabalha com cozinha vegetariana e produtos orgânicos, mantendo a proposta original de alimentação natural.



O espaço foi totalmente reformado após o deslizamento que destruiu a antiga sede, e ganhou um ambiente rústico e acolhedor, com móveis reaproveitados e mosaicos feitos por artistas capixabas.
O restaurante funciona diariamente e oferece:
  • Almoço em sistema self-service, com cerca de 20 opções de saladas e 20 pratos quentes.
  • Feijoada vegetariana às sextas-feiras.
  • Chá das Cinco, com tortas, empadas integrais e chás de ervas frescas.
  • Jantar à la carte, com pratos integrais e opções veganas.
É uma ótima escolha para quem busca comida saudável, saborosa e bem preparada na capital capixaba.

Onde ficar


Os hotéis de Vitória costumam ser uma pechincha nos fins de semana. Alguns oferecem, possivelmente, a melhor relação custo-benefício do litoral brasileiro. A região mais interessante para se hospedar em Vitória é a Praia do Canto; por isso, sempre ficamos nos hotéis da Rede Accor, que em Vitória tem o Ibis Praia do Canto e o Ibis Praia de Camburi, porque ali você terá os bares e restaurantes a poucos passos do seu hotel. 
Mas, se você não gosta dos hotéis desta rede, pode utilizar o site do Booking.com, que sempre tem hotéis com boas avaliações e ótimos preços. 


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