Varsóvia | Polônia
14:31Varsóvia é a capital e maior cidade da Polônia e a sétima capital mais populosa da União Europeia. É também uma cidade global alfa, um importante centro cultural, político, econômico e a sede do governo do país.
Se existe uma razão que leva tantos visitantes a descobrir Varsóvia é o desejo de absorver sua emocionante história.
Varsóvia ganhou destaque no final do século XVI, quando Sigismundo III decidiu transferir a capital polonesa e sua corte real de Cracóvia.
Conhecida então por sua arquitetura elegante e avenidas, Varsóvia é a cidade invadida, arrasada e subjugada. Apelidada a "Cidade Fênix", essa capital foi bombardeada, reduzida a cinzas e sitiada no início da Segunda Guerra Mundial em 1939.
Após a Segunda Guerra Mundial, manteve-se em pé, apenas 15% de Varsóvia. Grande parte da cidade histórica foi destruída e sua população dizimada. A invasão nazista foi seguida pela repressão judaica e pela Revolta do Gueto em 1943, pela revolta geral de Varsóvia em 1944 com o Levante de Varsóvia e pela destruição sistemática do regime comunista. Subsequentemente reconstruída completamente até ser declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco.
De fato, a Polônia foi um dos lugares mais castigados durante a guerra. Basta lembrar que o antigo campo de concentração nazista de Auschwitz-Birkenau ficava na Polônia. Em todo o país, foram mais de 6 milhões de mortos em números oficiais. Todos estes episódios se refletem perfeitamente nos principais museus da cidade.
Hoje em dia, Varsóvia deixou seu passado cinza para trás e se tornou uma grande metrópole.
Embora a Varsóvia contemporânea seja uma cidade bastante jovem em comparação com outras capitais europeias, possui inúmeras atrações turísticas e monumentos arquitetônicos que datam de séculos.
Costumo dizer que Varsóvia é visualmente uma colcha de retalhos: os prédios antigos da Old Town de um lado, no meio a arquitetura vitoriana, a barroca, a art déco e no lado oposto a herança soviética. Além do bairro da Cidade Velha, reconstruído após a Segunda Guerra Mundial, cada bairro tem algo a oferecer.
Em meio a isso tudo, encontram-se pessoas alegres, felizes e aproveitando o mundo novo, que a propósito, é o que significa Nowy Swiat, a rua mais bonita e charmosa de Varsóvia.
Varsóvia também é uma cidade influenciada por importantes figuras históricas mundialmente famosas, como a cientista Marie Curie, o astrônomo Nicolau Copérnico ou o compositor e pianista Frédéric Chopin. Varsóvia transborda talento!
Você será recebido por uma cidade alegre, vibrante, com ruas cheias de gente, bares, restaurantes acolhedores e pessoas educadas.
Quando visitar
Costuma fazer bastante frio em Varsóvia entre os meses de novembro e fevereiro, com temperaturas próximas ou abaixo de 0°C.
Já no verão, as temperaturas chegam facilmente aos 30 graus, e há muitos turistas. É a época mais agradável.
É importante saber que, os meses de junho, julho e agosto são marcados pelas férias na Europa. Desse modo, é comum que muitos pontos turísticos fiquem lotados e haja filas para comprar entradas.
Se você for nessa época, a minha dica é que você compre passeios e entradas pela internet antes de embarcar.
Como chegar
Tratando-se da capital e maior cidade do país, não surpreende que Varsóvia seja servida por nada menos que três aeroportos internacionais: o Aeroporto Frédéric Chopin (WAW), o Aeroporto Varsóvia-Modlin (WMI) e o Aeroporto de Radom (RDQ).
A melhor maneira de chegar a Varsóvia se você está no Brasil ou em Portugal é de avião, sendo a alternativa mais rápida, fácil, e provavelmente a mais econômica para viajar à Polônia.
Não há voos diretos do Brasil a Varsóvia, sendo necessário fazer escala em outras cidades da Europa, como Londres ou Amsterdam. De Portugal existem vários voos diretos saindo de Lisboa operados pela TAP Air Portugal.
Outras empresas internacionais que realizam voos para Varsóvia, embora com alguma escala, são a Lufthansa, KLM ou Swiss Air. Alguns dos destinos internacionais que realizam voos diretos para Varsóvia são Praga, Oslo, Madrid, Milão ou Estocolmo.
Há diversas formas de ir até o centro de Varsóvia saindo do Aeroporto Chopin:
Serviço de transfer
Reservar um transfer do Aeroporto de Chopin para o centro de Varsóvia é a maneira mais rápida e conveniente de chegar ao hotel. É um serviço porta a porta, para que você não precise se preocupar com horários, esperas ou rotas.
Trem
A melhor maneira de ir do Aeroporto de Chopin ao centro de Varsóvia é de trem. A viagem dura cerca de 20 minutos e o preço é o mesmo que o do ônibus. A frequência dos trens é de 15 a 20 minutos e eles o levarão à Estação Central Warszawa Centralna e Warszawa Sródmiescie.
Informações neste site: https://www.mazowieckie.com.pl/pl
Ônibus
A linha 175 liga o centro de Varsóvia com o Aeroporto de Chopin. O ônibus realiza várias paradas, e a viagem dura uns 40 minutos. Os ônibus regulares funcionam das 4:30 às 23:00 horas e a frequência é de 30 minutos.
À noite, você poderá pegar o ônibus noturno N32 para ir até o aeroporto.
Informações neste site: https://www.wtp.waw.pl/en/chopin-airport-waw/
Táxi
As empresas de táxi oficiais são iTaxi, MPT e Ele Taxi. Não existe uma tarifa fixa, então o preço varia dependendo de onde você estiver hospedado. O percurso de táxi leva aproximadamente 20 minutos.
Transporte em Varsóvia
O transporte público de Varsóvia é uma boa opção para ir do bairro mais moderno à Cidade Velha e vice-versa.
Bonde
Desde a sua inauguração em 1903, o bonde de Varsóvia se tornou o meio de transporte preferido por turistas e varsovianos para se deslocarem pelo centro da cidade. Descubra o por quê!
O bonde em Varsóvia é sem dúvida o meio de transporte mais prático para o dia a dia, especialmente para se deslocar pelo centro da capital. A rede de bonde em Varsóvia é composta por mais de 30 linhas que atravessam as principais avenidas e alcançam quase todos os monumentos e atrações turísticas.
O preço das passagens de ônibus, metrô e bonde é o mesmo, dependem da modalidade que você escolher.
Os maiores de 70 anos e menores de 7 anos podem usar o bonde de Varsóvia gratuitamente. Lembre-se de validar a passagem dentro do bonde.
O bonde em Varsóvia funciona das 6:00 às 23:00 horas todos os dias e a frequência é de 10 minutos.
As passagens de bonde em Varsóvia podem ser compradas nas máquinas das estações de metrô da cidade, que aceitam cartão e zlotys. Algumas paradas de bonde do centro também possuem máquinas para comprar passagens.
Informações no site: https://www.wtp.waw.pl/
Metrô
O metrô em Varsóvia é um dos mais recentes da Europa e têm duas linhas: norte-sul e leste-oeste. É a forma mais rápida de se locomover por Varsóvia.
Os planos do metrô de Varsóvia foram projetados pouco antes do início da Segunda Guerra Mundial, e o que era um dos sistemas de metrô mais modernos da Europa permaneceu sobre o papel. Quase 60 anos depois, a construção começou e o metrô de Varsóvia foi inaugurado em 1995.
O metrô de Varsóvia nasceu da necessidade de conectar o centro da cidade com os muitos bairros dos arredores, onde se concentra a maior parte da população da capital. Por isso o metrô tem duas linhas, que conectam os quatro pontos cardeais de Varsóvia.
—Linha M1 (norte-sul): conecta o centro de Varsóvia e as proximidades da Cidade Velha com os bairros da parte norte e sul. Essa linha chega às várias atrações de Varsóvia, como o Parque Lazienki.
—Linha M2 (leste-oeste): é a linha mais nova e não é muito longa, mas é muito útil na hora de atravessar a cidade e visitar atrações como o Centro de Ciências Copérnico, o Distrito de Praga e o Museu do Levante de Varsóvia.
As tarifas do metrô em Varsóvia são as mesmas que as dos ônibus e do bonde, e a mesma passagem é válida para todos os transportes e assim como nos ônibus, os maiores de 70 anos e menores de 7 anos podem usar o metrô em Varsóvia gratuitamente.
As passagens podem ser compradas em todas as estações de metrô em Varsóvia, você pode pagar com cartão ou em dinheiro. Ademais, você também pode comprar as passagens em algumas estações de ônibus e bonde.
Ônibus turístico
O ônibus turístico de Varsóvia é uma maneira fácil de ver os principais monumentos da cidade a bordo de um ônibus panorâmico de 2 andares.
O ônibus turístico de Varsóvia percorre os principais monumentos e atrações turísticas com comentários gravados em inglês e espanhol sobre cada lugar visitado.
Para que você não perca nenhuma visita imprescindível de Varsóvia, existem duas rotas diferentes: a vermelha e a azul, com uma hora de duração cada uma. Entre as 15 paradas de cada rota as mais importantes são as da Praça do Mercado, Museu Chopin e o Parque Lazienki.
O ônibus turístico de Varsóvia tem uma frequência de 120 minutos e o horário varia de acordo com a linha:
Linha azul: das 10:00 às 16:00 horas. A rota completa dura 60 minutos.
Linha vermelha: das 11:00 às 17:00 horas. A rota completa dura 70 minutos.
A quantidade de ligações diretas, juntamente com o sistema de transportes públicos e o fato do centro histórico ser extremamente compacto, fazem com que Varsóvia seja o destino perfeito para um fim-de-semana prolongado. Embora seja possível visitar as principais atrações em apenas 48 horas, mas teria que andar a correr e não teria tempo para levar as coisas com calma.
Por isto, recomendamos que reserve 3 dias para a sua visita a Varsóvia, o que lhe permitirá visitar a Cidade Velha (e arredores), conhecer os extraordinários museus locais e ainda visitar os palácios e parques da periferia. Mesmo que consiga encaixar tudo em apenas 2 dias, sobrar-lhe-ão 24 horas para, quiçá, aventurar-te numa day trip.
Roteiro de 1º dia em Varsóvia
A maioria das cidades do leste europeu tem a sua “cidade velha” ou Old Town, que historicamente é onde tudo começou. Então, a melhor forma de começar o seu roteiro por Varsóvia é indo direto para a Old Town.
A Cidade Velha – o centro histórico da cidade e o coração da capital – foi cuidadosamente reconstruída com todos os pormenores e está inscrita na lista de Patrimônios Mundiais da UNESCO.
Nowy Swiat
Comece seu passeio caminhando pela Nowy Swiat, a rua mais bonita e charmosa de Varsóvia. Seguindo por ela você vai chegar à Old Town.
Situada na Praça das Três Cruzes ou Plac Trzech Krzyży, a ulica Novo Mundo ou Nowy Świat passa a se chamar ulica Krakowskie Przedmieście, encontra-se a Igreja da Santa Cruz onde, no seu interior, na segunda coluna à esquerda, está colocada a urna com o coração de Chopin. Aliás, você vai ver Chopin em todos os cantos, a começar pelo Aeroporto Internacional de Varsóvia que leva o seu nome. Em vários lugares do Caminho Real podemos encontrar alguns bancos de granito preto colocados nos lugares relacionados com a vida do compositor. Ao carregar no botão, fazemos o banco tocar um fragmento da melodia de Chopin.
A Nowy Świat ou Novo Mundo é um lugar de encontros, cheia de bares, na qual os habitantes e visitantes vêm passear e conhecer inúmeros restaurantes, cafés, lojas e igrejas centenárias, tudo adornado com muitos vasos de flores. O Café Blikle, famoso pelos seus bolos e doces conta com mais de 100 anos da tradição.
Igreja da Visitação da Santíssima Virgem Maria (Kościół Nawiedzenia Najświętszej Marii Panny)
A Igreja da Visitação da Santíssima Virgem Maria (Kościół Nawiedzenia Najświętszej Marii Panny) é uma das igrejas mais antigas e emblemáticas de Varsóvia, destacando-se pela sua arquitetura gótica de tijolo vermelho e localização privilegiada na escarpa do Rio Vístula.
A pedra fundamental foi lançada em 1409 pelo Duque Janusz I, o Velho, sobre o que se acredita ter sido um antigo local de culto pagão.
Originalmente construída com uma única nave, foi expandida no final do século XV para uma basílica de três naves.
A sua característica mais marcante é a torre sineira de estilo gótico tardio, construída em 1518, que é visível de grande distância e aparece em algumas das representações mais antigas da cidade.
Caracteriza-se por uma simplicidade elegante, com tetos em abóbada de madeira e uma atmosfera serena propícia à reflexão.
Severamente danificada durante a Segunda Guerra Mundial (especialmente durante o Levante de Varsóvia), a igreja passou por um longo processo de reconstrução entre 1947 e 1966.
Horário de Funcionamento: Aberta diariamente das 06:00 às 21:00.
Situada na Cidade Nova (Nowe Miasto), a igreja oferece vistas panorâmicas sobre o Rio Vístula e o Parque das Fontes Multimédia,um complexo de fontes com 367 jatos de água que criam um espetáculo de luz, som e música à noite.
Descendo as escadarias que ligam a cidade velha à margem do Rio Vístula, encontra-se um enorme pier, com cafés, bares e restaurantes. Atração perfeita para a primavera e verão, quando a temperatura fica sempre acima dos 25 graus e chega até aos 30 graus.
Não deixe de provar a Pavlova, uma torta maravilhosa de origem russa, servida nos cafés na beira do Rio Vístula.
Complexo Monástico das Irmãs do Sacramento
O Complexo Monástico das Irmãs do Sacramento (Monas de Adoração Perpétua do Santíssimo Sacramento ou Sakramentki) localiza-se na Praça da Cidade Nova (Rynek Nowego Miasta 2), em Varsóvia. Fundado em 1688 pela Rainha Maria Casimira Sobieska como voto de gratidão pela vitória do Rei João III Sobieski sobre os turcos em Viena, o complexo é um marco do barroco polonês.
A peça central do complexo é a Igreja de São Casimiro (Kościół św. Kazimierza), projetada pelo renomado arquiteto holandês Tylman van Gameren.
Construída em plano de cruz grega com uma cúpula octogonal monumental encimada por uma lanterna.
Em agosto de 1944, o mosteiro serviu como hospital de campanha e abrigo para civis.
No interior, encontra-se o monumento funerário reconstruído de Maria Karolina de Bouillon, neta do Rei João III Sobieski.
Maria Skłodowska-Curie Museum/Museu Marie Curie
Nas proximidades da Igreja de São Casimiro, a ulica Freta é uma via pedonal charmosa com diversos cafés e monumentos históricos. Mais precisamente, o endereço ulica Freta 16 é famoso por ser o local de seu nascimento da grande cientista química Marie Skłodowska Curie.
Atualmente, o edifício abriga o Museu Maria Skłodowska-Curie, dedicado à vida e obra da cientista .
Apesar de ser conhecida como francesa, ela nasceu em Varsóvia e foi a primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel. Do mesmo modo, é a única a ganhar o Prêmio Nobel duas vezes.
Informações no site: https://www.mmsc.waw.pl/zaplanuj-wizyte/
Barbacan
Assim como muitas outras cidades europeias, a Old Town de Varsóvia é rodeada pelas muralhas medievais defensivas (ou o que restou delas). Ali está um portão fortificado chamado Barbacan, que protegia a entrada da cidade. Em volta da muralha há diversos restaurantes, está cheia de casas, igrejas históricas, lojas que dão um charme especial à área e no meio de tudo tem a Stare Miasto, a praça principal.
A Barbacan de Varsóvia (Barbakan Warszawski) é uma das poucas relíquias restantes da rede complexa de fortificações históricas que cercavam a capital da Polônia. Localizada entre a Cidade Velha (Stare Miasto) e a Cidade Nova (Nowe Miasto), funciona hoje como uma porta de entrada pedonal icônica e um dos pontos turísticos mais fotografados da cidade.
A Barbacan é um dos lugares mais charmosos de Varsóvia e a sua estrutura lembra bastante a Barbacan de Cracóvia.
No século XV, começaram a serem construídas as muralhas de Varsóvia, com o objetivo de proteger a Cidade Velha (Stare Miastro) de ataques externos. Para isso, também foi construída uma fortaleza defensiva que servia como torre de vigilância e também como principal porta de aceso ao centro histórico de Varsóvia.
Construída por volta de 1540, foi projetada pelo arquiteto veneziano Jan Baptist (Giovanni Battista) para substituir um portão anterior.
Trata-se de um posto defensivo semicircular em tijolo vermelho, com 14 metros de largura e 15 metros de altura, outrora rodeado por um fosso de 30 metros.
Embora imponente, tornou-se obsoleta quase imediatamente devido ao avanço da artilharia. Foi utilizada defensivamente apenas uma vez, em 1656, durante a invasão sueca.
Quase totalmente destruída pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1944), foi meticulosamente reconstruída entre 1952 e 1954 com base em gravuras do século XVII.
Curiosamente, foram utilizados tijolos recuperados de edifícios históricos de outras cidades, como Wrocław e Nysa.
Hoje, é possível ver uma sutil linha escura na barbacã e nas paredes que representa a altura das fundações originais.
No interior da Barbacan, o Museu de Varsóvia mantém uma exposição sobre a história das muralhas. Geralmente, esta exposição interna está aberta apenas na época de verão (maio a setembro).
Praça do Mercado ou Rynek Starego Miasta
Se existe um lugar que reflete a história de Varsóvia, é a Praça do Mercado, pois quem vê o Mercado da Cidade Velha dificilmente acreditará que esta área histórica de Varsóvia, em 1945, estava completamente arrasada.
O Rynek Starego Miasta em Varsóvia é o coração histórico e o ponto central da Cidade Velha (Stare Miasto), sendo um dos locais mais pitorescos da capital polaca.
Estabelecido no final do século XIII, o local funciona há séculos como o centro da vida pública, comércio e celebrações da cidade. É impossível conhecer a história de Varsóvia sem passear pela Praça do Mercado da Cidade Velha.
As principais características e atrações da Praça do Mercado são: a Estátua da Sereia (Syrenka), localizada no centro da praça, a escultura da sereia guerreira com a espada e o escudo, a protetora da cidade é o símbolo oficial de Varsóvia;
Com relação a arquitetura, embora tenha sido quase totalmente destruído durante a Segunda Guerra Mundial, o Rynek Starego Miasta foi meticulosamente reconstruído entre 1952 e 1953, o que contribuiu para que a Cidade Velha fosse incluída na lista de Patrimônio Mundial da UNESCO;
As quatro frentes de casas senhoriais coloridas (kamienice) têm nomes de figuras históricas polacas: Strona Dekerta (Norte), Strona Barssa (Este), Strona Kołłątaja (Oeste) e Strona Zakrzewskiego (Sul).
O Museu de Varsóvia ocupa várias casas no lado de Dekert (norte) e oferece uma visão detalhada da história da cidade.
Na praça você encontrará inúmeros bares onde beber algo, lojas onde comprar lembranças da cidade, artistas locais que exibem seus trabalhos e músicos de rua.
Tomar um café na Praça do Mercado é uma das coisas que você deve fazer em Varsóvia. Além disso, a Praça do Mercado é uma das melhores áreas para comer em Varsóvia.
Museu da Cidade de Varsóvia
O Museu de Varsóvia (Muzeum Warszawy) está localizado no coração histórico da capital polaca, na Cidade Velha (Stare Miasto), ocupando 11 casas históricas restauradas na Praça do Mercado.
O museu apresenta 7 séculos dedicado à história da cidade de Varsóvia e dos seus habitantes, desde suas origens e fundação como uma pequena cidade até sua destruição total durante a Segunda Guerra Mundial.
Destaques
The Things of Warsaw: O Museu de Varsóvia tem cerca de 300.000 objetos relacionados com a cidade que, estão expostos em aproximadamente vinte salas temáticas, incluindo salas dedicadas a pratas, retratos, fotografias, mapas e cartões postais.
Além disso, os andares inferiores são dedicados a fatos e a curiosidades sobre a capital: o número de judeus antes e depois da guerra, profissões mais demandadas ao longo da história. Entre os medalhões, vestidos, relógios, roupas de época e outras relíquias do museu, se destacam as fotografias históricas de Varsóvia.
No primeiro andar você poderá ver objetos encontrados em escavações arqueológicas, como peças decorativas, cerâmicas e relevos de pedra. No museu há também uma valiosa coleção de objetos em prata e bronze relacionados com a cidade de Varsóvia.
Estátua da Sereia: O Museu de Varsóvia abriga a escultura original da Sereia de Varsóvia (Syrenka) de 1855, dedicando uma sala a todas as representações artísticas da sereia ao longo da história de Varsóvia.
É provável que esta peça seja a mais valiosa do museu, que foi substituída por uma réplica depois dos bombardeios na Praça do Mercado.
Ponto de Observação: No 5.º andar, existe um terraço que oferece uma vista panorâmica sobre os telhados da Cidade Velha e a Praça do Mercado.
Documentário: No nível -1, pode assistir ao filme "Warsaw will not forget", que mostra a cidade antes, durante e após a destruição da Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Retrata o horror da guerra e o sofrimento dos varsovianos.
Visitar o Museu de Varsóvia é uma forma excelente de mergulhar na emocionante história da capital, sobretudo para saber como Varsóvia ficou depois da Segunda Guerra Mundial e as atrocidades cometidas durante a ocupação nazista.
Sereia de Varsóvia
Por que o símbolo de Varsóvia é uma sereia com uma espada e um escudo? A resposta está em uma lenda tão antiga quanto as origens da capital.
Duas irmãs sereias, ansiosas por conhecer o mundo, chegaram do Oceano Atlântico ao Mar Báltico. Uma delas ficou em Copenhague e a outra continuou sua jornada até chegar a Gdansk, onde nadou ao longo do Rio Vístula até chegar à Varsóvia. Lá, ela foi capturada por um comerciante até que um pescador polonês se apaixonou pelo seu choro e a salvou.
A sereia prometeu que, como recompensa, defenderia a cidade de Varsóvia com a sua espada e seu escudo sempre que fosse necessário. Os habitantes da cidade uniram os nomes do pescador (War) e da sereia (Szawa) e batizaram a cidade de Warszawa (Varsóvia).
A sereia da Praça do Mercado é uma réplica. A original está no Museu de Varsóvia. Além disso, vale a pena mencionar que a modelo que posou para o escultor morreu defendendo a cidade durante o Levante de Varsóvia, cumprindo parte da lenda.
Archcathedral Basilica of St. John the Baptist/Catedral de São João
A Catedral de São João ou Bazylika Archikatedralna w Warszawie p.w. Męczeństwa św. Jana Chrzciciela construída no século XVI, no estilo gótico mazoviano, é um dos templos mais importantes e antigos da capital, sendo fiel testemunha de sua história, servindo como panteão nacional e principal igreja da arquidiocese de Varsóvia e é a igreja mais amada pelos varsovianos.
Ao longo dos séculos, sediou as cerimônias de coroação dos monarcas poloneses, casamentos reais, funerais e da prestação de juramento da Constituição de 1719.
Foi quase totalmente destruída tropas alemãs após a Revolta de Varsóvia em 1944 (90% de perdas). Foi reconstruída após a guerra segundo o projeto de Jan Zachwatowicz, que lhe devolveu a aparência gótica austera.
Abriga relíquias as principais relíquias e monumentos no interior:
Crucifixo de Baryczka: Um famoso crucifixo do século XVI na Capela Baryczka, que sobreviveu aos incêndios da guerra;
Abóbada estrelada: Reconstruída com grande detalhe, conferindo ao interior um caráter monumental;
Órgão: Aqui realizam-se inúmeros concertos, incluindo o Festival Internacional de Música de Órgão.
Os subsolos da arquicatedral são o local de descanso de poloneses ilustres, incluindo os monarcas, Duques da Mazóvia e o último rei da Polônia, Estanislau Augusto Poniatowski, políticos, personalidades da cultura, como Henryk Sienkiewicz (Prêmio Nobel da Literatura) e cardeais.
Horário: De segunda a sábado: das 10:00 às 17:00 horas.Domingos: das 15:00 às 17:00 horas.
Preço: Entrada geral: zł 5. Estudantes e maiores de 65 anos: zł 3.
A Catedral de São João está conectada com o Castelo Real de Varsóvia desde o século XVII através de um túnel elevado que foi construído após a tentativa de assassinato do rei Sigismundo III durante uma missa.
Praça do Castelo
O centro nevrálgico de Varsóvia é a Praça do Castelo, cujo nome vem do Castelo Real, o principal ponto de encontro na capital polonesa.
No centro da praça fica a Coluna de Sigismundo, um dos monumentos mais antigos de Varsóvia.
Foi construído em homenagem ao rei Sigismundo III – o monarca que transferiu a capital da Polônia
de Cracóvia para Varsóvia. Da Praça do Castelo é possível ver o Castelo Real, o Rio Vístula e o
Distrito de Praga.
Depois de admirar a praça da Old Town de cima, o bacana é se enfiar nos becos, ruas e vielas, descobrindo outros cantinhos lindos, talvez fazer uma paradinha em um dos muitos cafés que exalam o perfume do melhor waffle desse canto do mundo, ou sentar-se nos degraus aos pés da Coluna do Rei Zygmunt e simplesmente observar o vai e vem de pessoas, saboreando um belo sorvete de chocolate com creme.
Castelo Real
É o principal edifício da Praça do Castelo, um exemplo único da arte de reconstrução, que foi financiada unicamente com os fundos doados pelos poloneses do mundo inteiro. A reconstrução foi concluída no ano de 1984.
O histórico Castelo Real de Varsóvia foi destruído durante a Segunda Guerra Mundial e reconstruído a partir dos escombros.
História
O Castelo de Varsóvia, com 90 metros de comprimento, é um dos símbolos da soberania e da história polonesa. Ali foi elaborada e assinada a Constituição Polonesa, em 1791, a 2ª mais antiga do mundo. As origens desse majestoso palácio barroco datam do século XIV. A construção original ocorreu entre 1598 e 1619 quando a Torre Real foi construída em uma das principais praças de Varsóvia. Com o reinado de Sigismundo III, a capital da Polônia foi transferida para Varsóvia e o monarca ordenou ampliar as construções da torre e erguer um grande castelo barroco que servisse como residência real.
A partir do século XVI, uma série de infortúnios acabou com a estrutura original do castelo: invasões estrangeiras, incêndios e bombardeios. O clímax de todas essas calamidades ocorreu durante o Levante de Varsóvia na Segunda Guerra Mundial. O castelo foi destruído pelo exército de Hitler, em 1944, quando tropas nazistas bombardearam o Castelo Real, reduzindo-o a escombros.
Porém, após o regime comunista, um processo de reconstrução iniciou em 1971, graças à ajuda internacional e das arrecadações de moradores da capital polonesa. No ano de 1984, o edifício foi reaberto ao público.
Em cada aposento do castelo é possível sentir as diferentes funções que desempenhavam no castelo, que serviu de residência real, sede parlamentar e lar do presidente. É um símbolo da independência da Polônia.
O que ver no Castelo Real
Visitar o Castelo Real é entrar na história de Varsóvia e do país. As principais salas visitadas são:
–Sala do Tribunal ou Sala das Audiências, onde os senadores trabalhavam;
–Salão dos Cavaleiros;
–Gabinete dos Monarcas Europeus;
–Sala de Mármore, a parte mais antiga do castelo. Construída originalmente no reinado de Wladyslaw IV, apresenta retratos de reis poloneses e pinturas detalhadas no teto;
–Salão da Assembleia (Salão de Baile), uma das salas mais deslumbrantes, com colunas douradas, candelabros de cristal e uma enorme pintura de teto por Marcello Bacciarelli,onde foram realizados grandes banquetes;
–Sala do Trono
Os aposentos do rei e as diferentes salas de uso comum estão decoradas com pinturas de monarcas e figuras históricas da Polônia, tapeçarias de Bruxelas, afrescos religiosos e pinturas com momentos decisivos da história de Varsóvia.
Além do Quarto do Rei há também a famosa Sala Canaletto – com uma coleção de vedutas de Bernardo Bellotto, a Capela, a Sala Verde e a Sala Amarela, onde eram realizados os famosos jantares de quinta-feira.
Na ala leste do Castelo Real, a Galeria Lankcoroński abriga uma importante coleção de pinturas. A joia indiscutível desta coleção são dois retratos de Rembrandt van Rijn, um dos maiores pintores da história da arte europeia: a "Menina no quadro" ou "A Moça na Moldura" e "Sábio no púlpito" ou "O Erudito no Atril". Estão entre as poucas pinturas de maior valor permanente na Polônia.
Galeria de Porcelana
A Galeria de Porcelana exibe mais de 200 peças de louça e outros itens utilitários e decorativos. A maioria foi produzida na Fábrica Real de Porcelana de Meissen, enquanto outras são originárias do Extremo Oriente, da China e do Japão.
Galeria Wettin
A Galeria Wettin é uma sala decorada no estilo de um salão real ou aristocrático da primeira metade do século XVIII. Tanto as obras de arte quanto a mobília exibem as marcas dos estilos artísticos dominantes da época: o rococó e o estilo da Regência.
Em 2012, a grande seca de verão revelou um tesouro escondido durante 400 anos no fundo do Rio Vístula: joias e outros objetos de valor que os suecos roubaram do Castelo Real no século XVII, durante a invasão da Polônia.
Nos dias atuais, o Castelo Real de Varsóvia abriga um museu, além de ser sede de muitas reuniões governamentais. Além disso, o local é visitado por mais de meio milhão de pessoas todos os anos.
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Coluna do Rei Zygmunt
Antes de Varsóvia, a capital da Polônia era Cracóvia. No entanto, em 1596, a sede do governo foi deslocada a Varsóvia pelo então rei Zygmunt III Waza.
No ano de 1644, uma a coluna de 22 metros de altura foi erguida em homenagem ao rei, a qual está em frente ao Castelo Real, outro emblema da cidade, o mais antigo monumento de Varsóvia.
A Coluna de Sigismundo passou por várias restaurações durante a história, até ser demolida pelos alemães em 1944. Cinco anos depois, foi reerguida com a estátua original.
Igreja de Santa Ana
A Igreja de Santa Ana de Varsóvia está na entrada da Cidade Velha, a poucos metros do Castelo Real e da Coluna de Sigismundo. É um local de passagem para todos os turistas que visitam Varsóvia, embora muitos não parem para conhecer o maravilhoso interior do templo.
Construída no século XV, a Igreja de Santa Ana é uma das igrejas mais antigas de Varsóvia. Fundada em 1454 pela duquesa Anna Fiodorovna, a igreja começou como um templo gótico. A fachada de estilo gótico contrasta com o seu interior puramente barroco.
Ao longo dos séculos, sobreviveu a várias invasões e incêndios, sendo reconstruída em estilos sucessivos. É notável por ter sido um dos poucos edifícios de Varsóvia que não foi totalmente destruído durante a Segunda Guerra Mundial, preservando elementos originais raros na cidade.
Embora a estrutura atual data de 1770, alguns dos elementos, como o órgão, o púlpito e o altar principal, são originais.
A nave principal é ricamente decorada com afrescos que cobrem todo o teto do templo.
Devido à falta de campanário, foi construída no século XVI uma torre independente que também serve como mirante.
O Mirante da Torre da Igreja da Santa Ana oferece as melhores vistas do centro histórico de Varsóvia. A torre, conhecida como Taras Widokowy, é uma construção independente à igreja, por isso é necessário atravessar uma passarela para chegar ao mirante.
As vistas panorâmicas de Stare Miasto do mirante da Igreja Santa Ana são espetaculares. Além do mais, se o céu estiver aberto, é possível ver também a parte mais moderna de Varsóvia, e até mesmo a silhueta das cidades vizinhas. É impressionante!
Horário de abertura:
De maio a outubro: De segunda a sexta-feira: das 10:00 às 21:00 horas.
De novembro a abril: De segunda a sexta-feira: das 10:00 às 18:00 horas.
Preço da entrada: Entrada gratuita.
Subida à torre: zł 5
Rota Real ou Caminho Real/Krakowskie Przedmieście
No trecho sul da ulica Krakowskie Przedmieście fica a chamada Rota Real ou Caminho Real.
A Rota Real de Varsóvia é uma das vias mais históricas e bonitas da capital polonesa, conectando o Castelo Real (Cidade Velha) a residências reais ao sul, como o Parque Łazienki e o Palácio de Wilanów.
A rota foi historicamente usada pelos reis poloneses para se deslocarem entre o centro e as suas residências de verão.
O trecho inicial, a famosa ulica Krakowskie Przedmieście, é repleto de igrejas, palácios, o Hotel Bristol e a Universidade de Varsóvia.
O percurso começa na Praça do Castelo, segue pela Krakowskie Przedmieście, passa pela ulica Nowy Świat e continua pela Alameda Ujazdowskie até ao Parque Łazienki.
Repleta de cafés, restaurantes e edifícios neoclássicos, é uma área ideal para passear a pé, especialmente o trecho Krakowskie Przedmieście - Nowy Świat.
O pontos de interesse são: Palácio Presidencial, Igreja de Santa Ana, Igreja da Santa Cruz (onde está o coração de Chopin), e o monumento a Nicolau Copérnico.
Devido à sua extensão (aprox. 4 km até ao Parque Łazienki e mais até Parque Wilanów), muitos visitantes caminham pela parte norte (Krakowskie Przedmieście/Nowy Świat) e usam transportes públicos para chegar aos palácios mais distantes.
O palácio branco dos Radziwiłł do século XVII é atualmente o Palácio Presidencial. O Palácio Presidencial (Pałac Prezydencki) é a residência oficial do Presidente da Polônia desde 1994. Localizado no prestigiado Krakowskie Przedmieście, em Varsóvia, este edifício neoclássico é um dos marcos mais importantes da "Rota Real" da cidade.
O exterior pode ser admirado livremente a qualquer hora. No pátio frontal, destaca-se a estátua equestre do Príncipe Józef Poniatowski — monumento do herói nacional polonês — e os famosos leões de pedra que guardam a entrada.
O acesso ao interior do palácio é restrito devido às suas funções oficiais, mas existem formas específicas de o visitar:
Grupos Organizados: Visitas guiadas gratuitas estão disponíveis de segunda a sexta-feira, das 9:00 às 15:00, mediante agendamento prévio com a Chancelaria do Presidente.
Visitantes Individuais: O interior só abre ao público em "Dias Abertos" especiais, geralmente em feriados nacionais ou durante a Noite dos Museus.
Para visitas agendadas, é obrigatório apresentar um documento de identificação com fotografia e passar por um controlo de segurança.
Ali também, encontra-se o Hotel Bristol construído em 1899 no estilo neo-renascentista, um dos mais conhecidos da cidade, e o campus da Universidade de Varsóvia, fundada em 1816, hoje uma das mais importantes escolas de ensino superior do país.
Vale a pena subir no mirante da praça, logo ali do lado direito e ter uma visão superprivilegiada dela e da cidade.
O Monumento a Adam Mickiewicz (Pomnik Adama Mickiewicza) é um dos marcos culturais e históricos mais importantes de Varsóvia, localizado na prestigiada Krakowskie Przedmieście, perto do Palácio Presidencial. O maior poeta romântico da Polônia, é retratado de pé, com a mão direita sobre o coração. Faz parte da famosa Rota Real (Trakt Królewski), sendo um ponto de passagem obrigatório para quem explora o centro histórico.
Igreja dos Carmelitas em Varsóvia
A Igreja dos Carmelitas em Varsóvia, oficialmente conhecida como Igreja da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria e de São José, é um dos marcos arquitetônicos mais significativos da cidade, localizada na prestigiada rota Krakowskie Przedmieście.
A fachada neoclássica construída entre 1761 e 1783 pelo arquiteto Efraim Szreger, é considerada a primeira fachada de pedra de estilo clássico na Polônia. Destaca-se pelas suas colunas coríntias e torres sineiras em forma de incensários.
O interior Barroco e Rococó, ao contrário da fachada austera, é ricamente decorado com estuques dourados, um altar principal monumental e pinturas de artistas renomados como Szymon Czechowicz e Franciszek Smuglewicz.
Foi uma das poucas igrejas de Varsóvia que não foi destruída durante a Segunda Guerra Mundial, servindo como pro-catedral até à reconstrução da Catedral de São João em 1952.
Foi nesta igreja que Frédéric Chopin teve o seu primeiro emprego, sendo convidado para dar um recital no seu órgão monumental.
Horário de Funcionamento: Diariamente, das 06:00 às 20:00.
Entrada: Gratuita.
Igreja da Santa Cruz
A Igreja da Santa Cruz (Bazylika Świętego Krzyża) é um dos monumentos religiosos e históricos mais importantes de Varsóvia, localizada na prestigiada ulica Krakowskie Przedmieście.
É uma basílica de estilo barroco, desenhada por Józef Szymon Belotti no final do século XVII.
Na entrada, destaca-se a icônica estátua de Jesus carregando a cruz (Sursum Corda), que sobreviveu aos escombros da guerra, tornando-se um símbolo de resiliência para a cidade.
A igreja foi quase totalmente destruída durante a Revolta de Varsóvia em 1944 e reconstruída fielmente após a Segunda Guerra Mundial.
É mundialmente famosa por abrigar o coração de Frédéric Chopin, o mais célebre compositor da Polônia.
Seguindo o último desejo do compositor, o seu coração foi trazido de Paris para Varsóvia pela sua irmã, Ludwika, e selado num pilar da igreja. No pilar lê-se a inscrição bíblica: "Pois onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração".
Além de Chopin, a igreja guarda o coração do escritor laureado com o Nobel, Wladyslaw Reymont, e é o local de sepultamento de figuras históricas como Adam Kazimierz Czartoryski.
Horário de Funcionamento:
Segunda a Sexta e Domingo: 06:00 – 20:00.
Sábado: 06:00 – 19:00.
Entrada: A visitação ao interior da igreja é gratuita.
Dica: Do lado de fora da igreja, encontrará um dos bancos de Chopin interativos que toca fragmentos das suas obras ao pressionar um botão.
Roteiro do 2º dia em Varsóvia
Varsóvia assume diferentes faces fora da Cidade Velha. É que a Polônia foi ocupada, passando a ser dominada pela antiga União Soviética ao final da Segunda Guerra Mundial, período em que, durou 37 anos, ou seja, até 1991.
Aliás, a presença comunista na capital da Polônia pode ser vista nas ruas e na arquitetura de edifícios construídos em art déco, construções no melhor estilo barroco e claro, uma parte enorme da cidade com prédios no mais tradicional estilo arquitetônico soviético.
Apesar de algumas críticas, Varsóvia foi totalmente reconstruída durante a presença soviética. Atualmente, é uma cidade moderna, vibrante, cheia de opções e que também valoriza a história.
Centro de Ciência Kopernik
O Centro de Ciência Kopernik é o maior centro de ciência na Polônia e um dos maiores na Europa. Os visitantes podem conhecer as leis da natureza e ciência participando em exposições interativas e realizar experiências em laboratórios temáticos.
Lá encontrará o planetário multimedia, um parque de descobridores com uma galeria de arte na parte exterior, e o anfiteatro onde no verão funciona o cinema ao ar livre.
Horário: De setembro a março: De segunda a sexta-feira: das 9:00 às 18:00 horas.Sábado e domingo: das 10:00 às 19:00 horas. De abril a junho: De segunda a sexta-feira: das 8:00 às 18:00 horas.Sábado e domingo: das 10:00 às 17:00 horas. De junho a setembro: Todos os dias: das 9:00 às 17:00 horas.
Preço: Ingresso geral: zł 37. Estudantes e maiores de 65 anos: zł 25.
Transportes:
Ônibus: linhas 185 e 385.
Metrô: Centrum Nauki Kopernik (linha 2).
Museu de Fryderyk Chopin
O Museu de Fryderyk Chopin em Varsóvia é uma das instituições biográficas mais modernas da Europa, dedicada a preservar a memória e a obra do maior compositor polonês em todas as fases de sua vida em grandes detalhes.
O Museu de Fryderyk Chopin em Varsóvia abriu as suas portas em 2010, coincidindo com o 200º aniversário do nascimento do aclamado compositor.
Localizado no histórico e majestoso Palácio Ostrogski (ou Palácio Gniński), o museu combina a arquitetura do século XVII com exposições multimédia e interativas de última geração.
O acervo é a maior coleção do mundo dedicada a Chopin, distribuída por cinco pisos temáticos que acompanham a sua vida, desde a infância em Varsóvia até aos anos em Paris.
Com relação aos objetos pessoais, estão expostos o seu último piano Pleyel, manuscritos musicais originais, cartas pessoais, mechas de cabelo e o molde da sua mão, ingressos para shows da época, diários de bolso, a máscara de seu funeral e a última carta que Chopin escreveu para sua família de Paris.
Mais de 7.000 objetos formam parte deste grande acervo dedicado ao pianista mais famoso da Polônia, a maioria coletados e doados pela irmã de Chopin e seus alunos mais próximos, que compõem uma das maiores coleções do mundo dedicadas a um artista.
O Museu Fryderyk Chopin é um dos mais interativos da capital, pois os visitantes recebem um cartão eletrônico que permite personalizar o percurso, ativando conteúdos audiovisuais e ouvindo as composições do artista em cabines específicas.
As crianças também vão gostar da visita ao museu Chopin, graças aos painéis tridimensionais, aos fones de ouvido com as polonesas mais famosas de Chopin e à sala de jogos do museu.
O museu organiza regularmente concertos de piano ao vivo na sua sala de concertos no subsolo. Além disso, no último andar do museu, há um pequeno auditório para ouvir as composições de Chopin e aprender sobre a história de cada uma.
Horário: Terça-feira a domingo, das 10h00 às 18h00. Fecha às segundas-feiras.
Preços: normal zł 35/reduzido zł 25
Entrada: Todas as quartas-feiras gratuita.
Dica: Recomenda-se reservar os bilhetes com antecedência no site oficial, especialmente para os dias de entrada gratuita.
Museu Nacional
O Museu Nacional é o maior na Polônia, abrigando quase 800.000 obras de arte de vários períodos históricos e diferentes estilos: pinturas, esculturas, tapeçarias, mosaicos e valiosos objetos arqueológicos.
No primeiro piso encontrará galerias de arte antiga e medieval e a história da pintura desde o século XVI até ao século XX. Poderá ainda ver as obras dos mestres poloneses, italianos, franceses, flamengos e alemães de diversas épocas.
O museu abriga uma exposição de peças de arte e cultura nubiana medieval, a maior na Europa, descoberta pelos arqueólogos poloneses no norte do Sudão.
Entre os quadros mais reconhecidos está o maior quadro da Polônia: A Batalha de Grunwald, de Jan Matejko.
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| Crédito da foto: Wikipédia |
Horário: Segunda-feira: fechado. De terça-feira a domingo: de 10:00 às 18:00 horas. Sexta-feira: de 10:00 às 21:00 horas.
Preço: Entrada geral: zł 20. Maiores de 65 anos: zł 12.
Transporte: Ônibus: 111, 117, 158.
Palácio da Cultura e da Ciência
É o prédio mais fotografado e odiado de Varsóvia, principalmente pelos mais antigos que, lembram-se bem daquela época difícil. É um período histórico que os poloneses não gostam de lembrar, mas o símbolo maior dessa “herança maldita” é o Palácio da Cultura e da Ciência construído para deixar a marca dos russos na cidade. Na sua fachada se encontra um operário, o qual está com um livro com os nomes de Marx, Engels e Lenin.
O Palácio da Cultura e Ciência situado na Praça de Desfiles (Pl. Defilad), é tão insólito como controverso. Foi um “presente de grego” de Stalin e apresenta traços característicos da arquitetura do estilo do Realismo Socialista.
Foi construído em 1955, tem 237 metros de altura, 42 andares e 3288 salas, sendo uma parte usada pelas instituições, outra destinada para fins culturais e de recreação.
O que mais atrai os visitantes é que no topo do 30º andar tem um mirante, onde se pode apreciar a vista panorâmica de 360 graus de Varsóvia. Um elevador lhe levará em questão de segundos a um salão de estilo gótico que conecta com o terraço mirante do arranha-céu, a 114 metros de altura.
No mirante, você poderá descansar nas espreguiçadeiras, tomar um café e desfrutar de uma vista panorâmica de Varsóvia. Se você não tem preferência de horários, recomendamos subir no mirante do Palácio da Cultura e Ciência à noite. As vistas são mágicas!
Por estas e outras, é que o Palácio da Cultura e da Ciência se tornou uma pedra constante no sapato dos poloneses. Existia até um projeto para demolir o caixotão russo.
Perto dali, na esquina da Marszałkowska aconteceu um massacre de poloneses por soldados russos.
Horário: Mirante da torre: todos os dias das 10:00 às 20:00 horas. Visita noturna do mirante: sextas-feiras e sábados das 20:00h às 23:00h.
Preço: Adultos: zł 20.
Shopping Zlote Tarasy
A capital da Polônia também conta com uma parte bastante moderna, com edifícios altos e espelhados. Uma das construções mais marcantes é o Shopping Zlote Tarasy, visitado por mais de 1 milhão de pessoas todos os anos.
O shopping tem um teto ondulado inspirado nas copas das árvores, contado com diversas atrações noturnas, principalmente no inverno, quando as temperaturas são baixas.
Museu do Levante de Varsóvia
O Museu do Levante de Varsóvia foi inaugurado para homenagear a luta pela libertação de Varsóvia
da ocupação alemã em 1944.
Está localizada na rua Grzybowska, na antiga usina elétrica de elevadores, um exemplo interessante da arquitetura industrial.
No dia 1º de agosto de 1944, Varsóvia deu uma lição de resistência à Europa. O Museu do Levante de Varsóvia mostra o ocorrido durante os 63 dias de insurreição, as vidas dos protagonistas e as terríveis consequências.
O Levante de Varsóvia marcou um antes e um depois no rumo da história da capital e serviu de exemplo para toda a Europa.
O Levante de Varsóvia é considerado uma lição de valentia e nobreza dos cidadãos varsovianos, que foram os únicos que se rebelaram contra os nazistas na Europa. No dia 1º de agosto de 1944 às 17:00 horas começaram os distúrbios que se continuaram mais de dois meses.
Durante os primeiros dias, os alemães sofreram muitas baixas e os insurgentes passaram a controlar vários pontos estratégicos do centro de Varsóvia. No entanto, os nazistas estavam mais bem preparados, tinham armas mais poderosas, então a balança pendeu para o lado deles.
Os varsovianos lutaram heroicamente por 63 dias, nos quais deram um exemplo de resistência a toda Europa, mas que teve consequências terríveis. No dia 2 de outubro de 1944, Hitler deu a ordem de destruir Varsóvia e a cidade foi completamente arrasada.
O Museu do Levante de Varsóvia reúne 800 objetos relacionados com o levante e mais de 1.000 fotografias que capturam com extrema crueza o que aconteceu naqueles dias. A coleção consiste em armas, uniformes, cartas de amor, gravações de áudio, bandeiras rasgadas e muito mais.
É uma coleção focada nas pessoas, os verdadeiros protagonistas do levante. O museu mostra com exatidão como a insurreição foi vivida e como a vida dos varsovianos foi truncada para sempre.
Existem 63 páginas de calendário repartidas pelo museu, que resumem os acontecimentos vividos cada um dos dias do levante. Ademais, a última parte do museu está dedicada ao que substituiu o horror da ocupação nazista: o regime comunista.
Trata-se de uma exposição interativa pensada para todos os públicos, principalmente para quem não está familiarizado com a história da cidade, sendo um dos museus mais imprescindíveis de Varsóvia.
O museu não se concentra apenas no levante, mas no contexto internacional, histórias pessoais e a ocupação comunista que vieram que veio depois da insurreição. Supercompleto!
Horário:Todos os dias das 10:00 às 18:00 horas.Quinta-feira: das 10:00 às 20:00 horas.Terça-feira: fechado.
Preço:Ingresso geral: zł 25. Ingresso reduzido: zł 20. Entrada gratuita aos domingos.
Metrô: Estação Rondo Daszyńskiego.
Museu da História dos Judeus Poloneses (POLIN)
O Museu POLIN da História dos Judeus Poloneses (Muzeum Historii Żydów Polskich) é um museu incomum em um local único. Uma instituição cultural premiada, localizada no coração do antigo bairro judeu, o antigo gueto de Varsóvia, durante a Segunda Guerra Mundial.
O Museu POLIN da História dos Judeus Poloneses, cujo objetivo principal, é dedicado a documentar e a celebrar, expondo de forma interessante e concisa as histórias e tradições dos judeus na Polônia, desde a sua chegada no século X até os dias atuais, apresentando-se como um "museu da vida" que foca tanto na cultura vibrante do passado como no presente, sem centrar toda a atenção no Holocausto
sofrido na Europa, sobretudo na Polônia.
Em 2016, apenas dois anos depois da sua inauguração, graças a essa completa exposição, o Conselho da Europa escolheu o POLIN como o único museu do mundo que engloba os mil anos da história dos judeus em um só país, recebendo o Prêmio Museu Europeu do ano.
Os visitantes do POLIN vão entrar em um carrossel de emoções que começa com a liberdade de culto e de mercado dos judeus e que termina com o seu quase extermínio no século XX. Antes de 1939, havia 3.400.000 judeus na Polônia; enquanto hoje em dia a cifra é de 10.000 pessoas.
Antes de iniciar a sua visita, observe o próprio edifício, que esconde muitos símbolos e significados. Por exemplo, uma das coisas que mais chama a atenção no POLIN é a sua estrutura quadrangular de vidro e cristal.
Uma vez dentro, o hall de entrada lembra as paisagens de Israel, um verdadeiro simbolismo da história judaica. Ele "corta" o edifício do museu desde o subsolo até o telhado, simbolizando a ruptura na história dos judeus poloneses causada pelo Holocausto.
Os muros laterais internos são ondulados e da cor da areia, simbolizam o momento em que o Mar Vermelho se separa, deixando que Moisés e os judeus passem, conseguindo fugir do Egito.
A exposição principal ocupa mais de 4.000 m² e está organizada em oito galerias cronológicas:
Floresta: Narra as lendas sobre a chegada dos judeus às terras polacas. Segundo a lenda da chegada dos judeus ao país governado pelo Duque Mieszko I (rei Miecislau I), a palavra "polin" marca o início de sua história de mil anos em terras polonesas. Em hebraico, "polin" significa "aqui vocês descansarão". É também o nome hebraico da Polônia.
Primeiros Encontros (Século X – 1507): Foca nos primeiros colonos e viajantes.No século X, os judeus percorriam as terras polonesas como mercadores. Quinhentos anos depois, já eram residentes permanentes, estabelecidos em mais de cem cidades.
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Não perca o objeto mais antigo da Exposição Principal: um bracteato do século XIII, ou seja, uma moeda com letras hebraicas.
Paradisus Iudaeorum (1569–1648): Explora a "idade de ouro" da cultura judaica na Polônia.
Confira a maquete interativa de Cracóvia, a capital da República das Duas Nações (Polônia-Lituânia), juntamente com a cidade vizinha de Kazimierz.
Descubra se você é originário de uma das 1.100 cidades que eram habitadas por judeus naquela época.
Cidade Judaica (1648–1772): Mostra a vida quotidiana, com uma réplica impressionante do teto da Sinagoga de Gwoździec do século XVII.
Descubra como era o dia a dia em um shtetl, uma cidade habitada principalmente por judeus.Visite o movimentado mercado e a taverna. Entre numa casa judaica, onde uma mulher desempenhou o papel principal. Descubra a história das relações judaico-cristãs.
Admire a reconstrução do teto pintado da sinagoga de madeira em Gwoździec. Observe as decorações policromadas, características da cultura e religião judaicas, que cobrem a bimá.
Encontro com a Modernidade (1772–1914): Aborda o período das partilhas da Polônia e a Revolução Industrial.
Judeus poloneses tornaram-se cidadãos de três países diferentes: Áustria, Prússia e Rússia.
A suas vidas começaram a mudar sob o impacto da rápida industrialização, do desenvolvimento urbano e dos encontros com os nacionalismos modernos.
Além disso, aprenda sobre o papel que os judeus desempenharam na construção da rede ferroviária e descubra para onde os hassídicos viajavam de trem.
Rua Judaica (1918–1939): Retrata o período entre guerras. Apesar de vários receios e dúvidas, a vida política e cultural da comunidade judaica florescia. Às vésperas da Segunda Guerra Mundial, a Polônia abrigava 3,5 milhões de judeus — a maior diáspora da Europa. Atravesse um dos portões para visitar um cinema ou café da época pré-guerra, frequentado por artistas famosos.
Holocausto: Documenta a tragédia da ocupação nazi e a resistência no gueto. Separação e isolamento, repressão, vida à sombra da morte, deportações. 90% da população judaica polonesa pereceu no Holocausto. Conheça o Arquivo Ringelblum, que contém testemunhos sobre a vida e a morte de pessoas que vivenciaram as atrocidades da Shoah.
Anos de Pós-Guerra: Examina a reconstrução da vida judaica após 1945. Após a guerra, cerca de 350.000 judeus sobreviventes do Holocausto se viram refugiados na Polônia devastada pela guerra.
O POLIN é um museu multimédia, cujo conteúdo será apresentado em forma interativa, com aplicação das tecnologias modernas. Numa das seções do museu graças à utilização do som, fotografias, slides e imagens em movimento, os visitantes terão a sensação de estar a participar no quotidiano dos seus habitantes. Além do mais, abriga também um Restaurante Kosher, uma livraria especializada em literatura judaica e algumas palestras periódicas sobre este assunto.
Monumento aos Heróis do Gueto
Em frente ao POLIN fica o Monumento aos Heróis do Gueto de Varsóvia. O Monumento aos Heróis do Gueto (Pomnik Bohaterów Getta) é um monumento que comemora a Revolta do Gueto de Varsóvia de 1943, durante a Segunda Guerra Mundial. Ele está localizado na área que antes fazia parte do Gueto de Varsóvia, no local onde ocorreu o primeiro confronto armado da revolta.
O monumento foi construído em parte com materiais da Alemanha nazista, originalmente trazidos para Varsóvia em 1942 por Albert Speer para seus projetos. O monumento completo foi inaugurado oficialmente em abril de 1948.
Monumento da Revolta de Varsóvia
O Monumento à Revolta de Varsóvia é uma impressionante escultura de bronze de 10 metros de altura que homenageia os corajosos combatentes da resistência polonesa que sacrificaram suas vidas durante a revolta antinazista de 1944.
Este marco simboliza a bravura daqueles que lutaram contra a ocupação nazista e a ameaça iminente do comunismo.
O monumento retrata figuras em tamanho maior que o natural emergindo do solo, representando tropas polonesas em combate em meio às ruínas.
Situado na Praça Krasinski, próximo ao Jardim Krasiński, um parque histórico da cidade de Varsóvia, como parte do Palácio Krasiński.
Logo ali, também está a Catedral de Campanha do Exército Polonês — Katedra Polowa Wojska Polskiego, também conhecida como Igreja de Nossa Senhora Rainha da Coroa Polonesa — é a principal igreja da guarnição de Varsóvia e a catedral representativa de todo o Exército Polonês.
Grande Teatro - Ópera Nacional
Na Praça Teatral domina o edifício neoclássico do Grande Teatro - Ópera Nacional construído no início do século XIX. A Ópera tem capacidade para 2000 espectadores.
Além do Grande Teatro - Ópera Nacional, entre os palcos e salas de concertos mais importantes encontra-se a Ópera de Câmara de Varsóvia na qual todos os anos se realiza o Festival de Mozart; e a centenária Filarmônica Nacional, onde todos os anos durante o mês de setembro é organizado o Festival da Música Contemporânea “Outono de Varsóvia”, e 5 em 5 anos o Concurso Internacional de Piano de Fréderic Chopin.
Túmulo do Soldado Desconhecido
Atrás do teatro encontra-se a ampla Praça de Pilsudski com o Túmulo do Soldado Desconhecido.
O Túmulo do Soldado Desconhecido em Varsóvia ergue-se como uma homenagem solene aos soldados polacos não identificados que perderam a vida em vários conflitos, particularmente na Primeira Guerra Mundial.
Aninhado nos vestígios de um outrora majestoso palácio saxônico, este monumento situa-se na Praça do Marechal Jozefa Pilsudskiego, uma vasta praça que testemunhou importantes eventos históricos, incluindo discursos de figuras notáveis como o Papa João Paulo II.
Jardim Sask
Adjacente à praça encontra-se o bonito Jardim Sask estabelecido em 1727.
O Jardim Saxônico, também conhecido como Ogrod Saski, é um parque público lindamente ajardinado em Varsóvia. Apresenta estátuas barrocas, uma fonte emblemática, monumentos e alamedas arborizadas.
O parque faz parte de um conjunto de jardins e parques que exibem as diferentes visões de arquitetos paisagistas ao longo da história. O Jardim Saxônico oferece um espaço sereno para relaxar longe da agitação da cidade.
Galeria Nacional de Arte Zacheta
A Galeria Nacional de Arte Zacheta é uma renomada galeria de arte contemporânea na Polônia, que exibe obras de artistas internacionais consagrados e talentos poloneses emergentes. A Galeria Zachęta na pl. Małachowskiego 3 está entre as galerias de maior prestígio no país. O acervo diversificado da galeria abrange pinturas, design gráfico, esculturas e videoinstalações.
A Zacheta frequentemente apresenta exposições temporárias únicas e inovadoras, contribuindo para a vibrante cena cultural de Varsóvia. Notavelmente, a galeria desempenhou um papel fundamental na criação de um pavilhão polonês dedicado na prestigiada Bienal de Veneza. Aqui, encontram-se as obras de artistas excepcionais como Picasso ou Max Ernst.
Gueto Judaico
Outro lugar bacana que você pode explorar em Varsóvia é o antigo Gueto Judaico. Antes da Segunda Guerra Mundial, em Varsóvia viviam mais de 380 mil judeus. Durante a guerra, esta região da cidade foi rodeada com muros e transformada em Gueto, onde a comunidade judaica foi confinada, vivendo durante mais de três anos cercados por muros.
Você nem precisa imaginar que eram desumanas as condições de vida. Isso para, não falar dos milhares que foram levados para os campos de concentração nazistas na Polônia e nunca mais voltaram.
Foi nesse gueto que aconteceu a Revolta do Gueto de Varsóvia, dos judeus contra a ocupação nazista em 1943, onde só restaram cerca de 80 mil.
A história da revolta é muito bem contada no Museu do Levante de Varsóvia. O museu conta também a história da resistência polonesa durante a guerra e nos anos seguintes dominados pela União Soviética.
Roteiro de 3º dia em Varsóvia
Rota Real
Como vimos acima, é na Praça do Castelo que começa o Caminho Real seguindo por elegantes ruas como a Krakowskie Przedmieście, passando pela rua Novo Mundo ou Nowy Świat situada na Praça das Três Cruzes ou Plac Trzech Krzyży, depois pela Aleje Ujazdowskie até ao Palácio de Wilanów.
Ao longo dele encontram-se diversos palacetes e antigas residências aristocráticas que hoje abrigam várias embaixadas, edifícios governamentais e instituições públicas, e também inúmeras lojas, galerias, livrarias e cafés.
Ali, encontras-se o Centro de Arte Contemporânea localizada no Castelo de Ujazdów, um dos lugares mais importantes de exposição de arte contemporânea.
No final de Avenida Ujazdowskie fica o Palácio Belweder, hoje destinado aos hóspedes oficiais do Presidente da Polônia.
No cruzamento com a rua Bagatela fica o trecho do Caminho Real que surpreende com a beleza natural e arquitetura neoclássica, o famoso Parque Łazienki Królewskie.
Parque Real Lazienki
O Parque Real Lazienki foi construído no século XVII com um puro estilo barroco, foi conhecido durante anos como o grande pavilhão do lago onde a realeza se banhava (lazienki significa "banhos" em polonês).
O Parque Real Lazienki, com quase 80 hectares de extensão, é o maior parque de Varsóvia. Ele abriga um grande lago, um teatro de estilo romano, a estátua mais famosa de Chopin, o Palácio Belvedere, a Casa Branca, o Templo de Diana e o Palácio Lazienki. Muitos desses edifícios tiveram que ser reconstruídos após os bombardeios alemães que ocorreram durante o Levante de Varsóvia.
Dentro há um jardim botânico, um teatro, vários palácios e a escultura mais famosa de Frédéric Chopin, um dos orgulhos da Polônia, onde são realizados concertos de piano ao ar livre aos domingos no verão, com pianista do todo o mundo que interpretam as peças do grande compositor romântico polonês.
O Parque Lazienki fica distante uns 3 quilômetros da Old Town. Você pode ir a pé, curtindo o visual da cidade, pois é uma parte de Varsóvia superarborizada e agradável, mas é possível chegar ao parque de ônibus ou bonde (trams).
Palácio Lazienki
Em uma ilha artificial construída sobre o lago do parque fica o deslumbrante Palácio Lazienki, uma residência real de verão em estilo neoclássico, construída no século XVII (1760) pelo último rei da Polônia, Estanislao Augusto Poniatowski. Devido à sua localização mágica, o edifício é conhecido como o Palácio da Ilha, pois parece flutuar na água!
O Palácio Lazienki, com muitos móveis da época, abriga uma coleção de pintura de mestres holandeses e flamengos. Durante a Segunda Guerra Mundial, o Palácio Lazienki sofreu danos exteriores. Muitos desses edifícios tiveram que ser reconstruídos após os bombardeios alemães que ocorreram durante o Levante de Varsóvia.
Hoje em dia, é um museu que reflete a arte e a ostentação dos reis poloneses da época. Os quartos mantêm os móveis originais e azulejos originais que decoram o elegante salão de baile que data do século XVIII.
No Palácio da Ilha vale a pena conhecer a Pinacoteca Real com obras de destacados artistas europeus dos séculos XVII e XVIII, colecionadas por Estanislau Augusto.
No Old Orangery você pode visitar a Galeria Real de Esculturas com cópias em gesso das esculturas mais famosas do mundo antigo e o Teatro Real, um dos poucos teatros de corte originais do século XVIII na Europa.
Palácio Myślewicki
Este palácio neoclássico foi construído no final de uma estrada que saía da cidade. O monumento sobreviveu até hoje em um estado quase inalterado, com a maior parte de sua decoração original datando do reinado do rei Estanislau Augusto. No Palácio Myślewicki vale a pena dar uma vista de olhos às históricas policromias de Jan Bogumił Plersch, um famoso pintor e decorador que pertencia à equipa artística de topo da corte de Varsóvia.
Na Casa Branca, um monumento único da arquitetura residencial do século XVIII na Polônia, podem ver-se as decorações pintadas de Jan Bogumił Plersch e Jan Ścisła, decorando a Sala de Jantar, a Sala de Empresa, o Quarto e o Estudo.
Todas as sextas-feiras há entrada gratuita no Palácio da Ilha, no Antigo Orangery, no Palácio Myślewicki, na Casa Branca, no Reservatório de Água e no Museu da Caça e da Equitação. Passeios gratuitos às sextas-feiras também acontecem no Museu de Caça e Equitação (uma filial do Museu Łazienki Królewskie). No Quartel dos Cantonistas você pode ver exposições de animais florestais e exóticos. Para maiores informações sobre outros dias, horário de funcionamento e preços, visite o site: https://www.lazienki-krolewskie.pl/pl/regulamin-zwiedzania
Palácio de Wilanów
O Palácio Wilanów, uma pérola barroca de Varsóvia, é a antiga residência real do rei João III Sobieski, notável por sua arquitetura barroca e eloquente jardim palaciano.
O Palácio de Wilanów ou Pałac w Wilanowie, situado a cerca de 10 km do centro de Varsóvia, geralmente é lembrado como a versão polonesa do Palácio de Versalhes, em Paris. Wilanów significa Cidade Nova, e sua origem remonta a 1683.
Naquela ocasião, o rei polonês Jan Sobieski III (1674-1696), um dos mais renomados monarcas do país – este famoso conquistador que liberou Viena do domínio turco, em 1683 interrompeu sua marcha pela Europa, ganhando o apelido de destemido Leão do Lequistão na Europa – decidiu construir algo arquitetonicamente diferente de tudo já visto em Varsóvia, para celebrar os prósperos novos tempos que se aproximavam.
O responsável pela obra foi o arquiteto italiano Agostino Lotti, que conseguiu criar uma obra de extremo bom gosto, harmonizando com perfeição construções, jardins, alamedas, exteriores e interiores.
Ele, juntamente, com a sua amada esposa a Rainha Maria Kazimiera de la Grange d'Arquien, conhecida como Marysieńka (1641-1716) Maria Casimire (Marysieńka) moraram neste palácio. Ela apoiou ativamente suas atividades políticas e após a morte do marido, a convite do Papa, foi para Roma.
Quando algumas das mais influentes famílias como as Sieniawski, Czartoryski, Lubomirski e Potocki, nomes pouco comuns em países de língua portuguesa, embora muito lembrados na Polônia, tornaram-se proprietárias do Palácio Wilanów.
Após a Segunda Guerra Mundial, no âmbito da reforma agrária, o Palácio Wilanów tornou-se propriedade do Estado. Em 28 de janeiro de 1945, o palácio e os jardins, juntamente com os edifícios históricos, passaram a integrar o Museu Nacional de Varsóvia. Do final da década de 1940 até meados da década de 1950, coleções repatriadas dos territórios da Alemanha, Áustria e URSS foram devolvidas a Wilanów.
Atualmente, você pode visitar:
Salas Chinesas e de Caça
No final do século XIX, estes eram os aposentos privados dos proprietários do Palácio, refletindo suas paixões por colecionismo e caça.
A joia desta coleção é a mesa japonesa Nanban de 1610, o único exemplar deste tipo em coleções polonesas.
Galeria do Armazém
Inaugurada em 2017, a galeria apresenta valiosas obras de arte anteriormente armazenadas em depósitos fechados. Aqui, os visitantes podem apreciar trabalhos de ourivesaria, tecidos originais das paredes dos aposentos reais e uma coleção de itens do Extremo Oriente.

Hall e Sala de Estar do Marechal Lubomirska
Os apartamentos pertenciam a Izabela Lubomirska, nascida Czartoryska. Localizam-se na ala sul, no chamado Pavilhão dos Banhos, anexo ao palácio no último quartel do século XVIII.
O mobiliário e a decoração interior refletem as paixões artísticas, o gosto pelo colecionismo e o requinte da Princesa Marechal Lubomirska.
Apartamentos Reais
Esta é a parte mais antiga e central do palácio. Sua decoração data da época dos primeiros proprietários, Jan III e Maria Kazimiera.
A parte sul pertencia ao Rei e a parte norte à Rainha. Os aposentos incluem, entre outros, as antecâmaras, os quartos, o grande vestíbulo, o gabinete holandês e a biblioteca real.
Os interiores são decorados com plafons, estuques, pinturas requintadas e magníficos revestimentos de parede, além de mobiliário valioso e inúmeros exemplos de artesanato artístico histórico.
Antecâmara e o Quarto do Rei
| O quadro da Batalha de Viena |
Em sintonia com o espírito da época, os aposentos do rei tinham um caráter representativo.
Destinavam-se a deslumbrar os convidados que ali visitavam o monarca.
Antecâmara e o Quarto da Rainha
Os aposentos da Rainha ocupam a parte norte do palácio e estão dispostos simetricamente em relação aos aposentos do Rei.
Isso indica a posição equivalente da Rainha, e o esplendor barroco dos aposentos enfatiza seu papel na construção da prosperidade da antiga República das Duas Nações (Polônia-Lituânia).
A decoração está repleta de alusões às qualidades pessoais da Rainha, ao amor entre o casal real e à sua vida familiar.
Biblioteca do Rei
A Biblioteca do Palácio foi fundada na década de 1780 para o Rei Jan III, um homem iluminado e voraz leitor. No teto, encontram-se duas pinturas circulares em tondo com as alegorias da Teologia e da Filosofia, rodeadas por uma rica decoração em estuque, e inúmeras imagens de artistas e eruditos, sob as quais eram dispostos livros de diversas áreas do conhecimento. O desenho original também foi preservado no piso de mármore, disposto num padrão que cria uma ilusão tridimensional.
Grande Salão Branco
Por volta de 1730, quando a propriedade do Palácio Wilanów foi arrendada pelo Rei Augusto II, o Forte, um imponente Salão Branco foi construído na ala sul. Este magnífico interior testemunhou muitas celebrações importantes.
Horário de Funcionamento: diariamente, exceto terças-feiras 10h00-16h00 (entrada até às 15h00).
Preço: A entrada é gratuita às quintas-feiras - os bilhetes podem ser obtidos na bilheteira.
Nota: número limitado por razões de conservação, não podendo ser reservados.
Conclusão
Visitar a Varsóvia vale muito a pena. Ali é possível compreender muito sobre a história e sobre o nazismo. Também é possível ver uma cidade linda que ressurgiu dos escombros para ser uma das mais interessantes da Europa. Acho que este foi um dos pontos que mais me surpreendeu na capital da Polônia.
Uma característica de Varsóvia é o policentrismo. A capital é um lugar de descanso e de reuniões sociais e empresariais: a Cidade Velha; a rua Krakowskie Przedmieście; a rua Nowy Świat e a Praça das Três Cruzes, entre muitas outras.
E quem disse que Varsóvia não tem praia? Do outro lado do rio você vai ver uma pequena faixa de areia. Os irregulares bancos de areia à margem do rio são rodeados por um matagal. Varsóvia é uma cidade verde. Há grandes parques inclusive na região central da cidade.
Na outra margem do Rio Vístula, a tradição se junta à modernidade no Bairro Praga. Por um lado dominam as antigas casas, por outro – o estádio supermoderno construído para a Eurocopa de Futebol, em 2012. O SoHo Factory, na rua Mińska 25, um recinto que concentra as empresas da indústria criativa e que é também o local de vários eventos artísticos. Um lugar que merece uma atenção especial.
Onde comer
O melhor da gastronomia de Varsóvia é a sua incrível relação qualidade-preço. A comida típica da Polônia é consistente, deliciosa e barata. A cozinha de Varsóvia tem raízes eslavas. Os pratos típicos são caracterizados pelo uso de produtos locais, como repolho, batata e outros vegetais; e carnes variadas, como vitela, frango ou porco. A culinária polaca é bastante semelhante a de outros países vizinhos, como a culinária tcheca.
É raro encontrar peixes nos restaurantes de Varsóvia. A culinária polonesa é composta, em sua maioria por pratos contundentes, onde predominam a carne assada e sopas quentes e densas para combater o clima de Varsóvia.
Alguns pratos típicos da Polônia são:
Pierogi: pasteizinhos cozidos recheados de purê de batatas, queijo fresco e cebola. O recheio dos pierogis pode variar e ser de carne, cogumelos ou repolho. Eles geralmente são servidos como entrada ou primeiro prato e é a comida mais famosa da Polônia.
Pyzy: pequenas bolas de batata recheadas de carne. É o prato da Polônia por excelência, embora pareçam pequenos, os famosos pyzys vão te deixar satisfeito.
Grochówka: é um dos pratos mais comuns da culinária polonesa, especialmente no inverno. É um purê de ervilha acompanhado de batatas, cenouras e pedaços de carne assada.
Bigos: é um ensopado de repolho, cogumelos e carne. Geralmente é servido com pão de centeio e batatas e era um prato muito comum entre os caçadores devido ao seu valor nutricional.
Żurek: essa sopa feita com farinha de centeio, ovos, cogumelos e salsichas é servida dentro de um pão redondo. Apesar do seu sabor um pouco ácido, é um dos melhores pratos da culinária polonesa.
Barszcz: é uma sopa de beterraba que geralmente acompanha carnes, croquetes e outros pratos mais consistentes.
Schabowy: a simplicidade deste prato tende a enganar os turistas que viajam para Varsóvia. Este é um bife de porco à milanesa servido com batatas fritas, um prato muito popular na cozinha de Varsóvia.
Torta de maçã: é a sobremesa da Polônia por excelência. Você a encontrará em praticamente todos os restaurantes de Varsóvia.
Pierniczki: esses bolos de gengibre cheios de marmelada e cobertos com uma camada de chocolate são um verdadeiro deleite.
A oferta de hospedagem em Varsóvia é grande. Os preços variam muito por zona e tipo de acomodação. Sugiro que você se hospede na região de centro. Assim, fica mais fácil conhecer muitos pontos turísticos de Varsóvia caminhando. Abaixo, separei umas sugestões:
Cherry House
A minha primeira dica de hotel é o Cherry House, que está próximo dos principais pontos turísticos de Varsóvia. Confortável, o hotel oferece quartos com banheiro privativo e também café da manhã.
Ibis Styles Warszawa City
O ibis Styles Warszawa City é um espaço moderno e confortável, o qual oferece quartos com banheiro privativo. Além disso, inclui o café da manhã na diária.
Fest Hostel
Porém, se você procura algo mais econômico, como um hostel, a minha primeira dica é o Fest Hostel. Com avaliação 9,2 no Booking.com, o hostel é confortável e ainda oferece café da manhã.
Hipstel Warsaw
Já a minha segunda dica de hostel é o Hipstel Warsaw, que possui ótima localização e linda decoração. O hostel possui avaliação 8,5 no Booking.com. A hospedagem também conta com café da manhã.
Hotel Chmielna Warsaw
O hotel é um pouco difícil de achar, pois o acesso fica na Rua Chmielna, que é fechada para carros, assim, o táxi não pode ir até a porta do hotel. Mas andando pela rua a gente vê uma placa indicando uma passagem, que dá acesso a um pátio cheio lugares charmosos e uma cervejaria artesanal maravilhosa. O hotel fica dentro desse pátio.
Mamaison Residence Diana
Outro hotel nesta mesma região que foi super-recomendado foi o Mamaison Residence Diana, foi uma dica do pessoal do Museu Chopin e olhando as resenhas, com certeza é uma excelente opção.
Courtyard by Marriott Warsaw Airport
Também já me hospedei perto do Aeroporto de Varsóvia quando precisei pegar um voo cedo. Lá escolhi o Courtyard by Marriott Warsaw Airport. Ele fica em frente ao aeroporto e dá para ir e vir a pé, na maior comodidade.








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