Patan | Nepal
17:44
Mas, diferentemente da agitada capital, Patan é uma cidade mais pacata com menos reboliço, onde se sente mais a espiritualidade budista. Acredita-se que a cidade de Patan foi construída no século III a. C. pela dinastia Kirat. Foi ampliada por Lichhavis no século VI d. C. e novamente pelo Mallas no período medieval.
Patan é a casa da arquitetura e arte típicas do Vale do Catmandu, conhecida como arte newari. O nome original significa "a cidade das belas artes".
De fato no centro histórico, onde fica a Durbar Square, também tombado pela Unesco, seu conjunto arquitetônico é impressionante, com diversos templos, palácios, graciosos pagodes.
Pode-se ver a riqueza de detalhes entalhados delicadamente na madeira das portas, janelas, estátuas, pilares e nas estruturas dos elegantes telhados sobrepostos.
As casas são altas, de tijolos à vista e coladas umas às outras.
O palácio dos príncipes medievais de Patan.
O antigo palácio real é o centro da vida religiosa e social de Patán e abriga um museu que contém uma série de estátuas de bronze e objetos religiosos.
Acredita-se que tenha sido fundada pelo rei Veer Deva em 299 dC.
Localizado no lindo palácio da Patan Durbar Square, que vimos acima.
No interior são expostos peças e estátuas de bronze que contam a história do povo nepalês e outros objetos do budismo e hinduísmo.
Um museu muito bem montado e muito interessante!
Templo de Taleju
O Templo Taleju é dedicado à deusa Taleju Bhawani e inclui santuários tanto a Bhawani Taleju como a Kumari.
A entrada para o templo é restrita para os hindus.
Hiranya Varna Mahavihar 
Um templo budista conhecido localmente como “Templo Dourado”, foi construído no século XII pelo rei Bhaskar Verma, está localizado ao norte da Durbar Square. 
Este mosteiro budista de três telhados é adornado com uma fachada dourada, quatro grandes portais, uma torre do relógio e duas esculturas de leão.
Dentro estão imagens douradas de Buda, esculturas na parede e uma roda de oração.





Singing Bowl
Fomos levados à uma loja que fica próxima ao Templo Dourado, onde um senhor ensina a utilização das "tigelas ou taças de canto tibetano". É claro que com a finalidade de posterior venda.

Ao fazer uma massagem ou fricção ao esfregar um malho de couro ao redor da borda da bacia, taças ou tigelas (como queiram chamar) produzem uma gama sons harmônicos e contínuos ao serem tocadas, restaurando as frequências vibratórias normais do corpo doente.
Estas vibrações ajudam a limpar os bloqueios aumentando a clareza mental e emocional, ajudam também na cura de várias doenças mentais e psicológicas, como enxaqueca, ansiedade, depressão, dores musculares e musculares.

Dizem que nos tempos antigos, o som era usado como uma ferramenta poderosa para a cura, a meditação e a autotransformação.
Ao fazer uma massagem ou fricção ao esfregar um malho de couro ao redor da borda da bacia, taças ou tigelas (como queiram chamar) produzem uma gama sons harmônicos e contínuos ao serem tocadas, restaurando as frequências vibratórias normais do corpo doente.
O conhecimento e as habilidades dessa arte foram ensinados ao longo de muitas gerações e estão disponíveis nos dias atuais, inclusive existem até cursos para quem quer aprender a utilizar tais tigelas.
Eu que sou muito cética para estas coisas, não quis saber das tais tigelas na minha cabeça não!
Eu que sou muito cética para estas coisas, não quis saber das tais tigelas na minha cabeça não!
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