
Nesta postagem vamos falar sobre três cidades incríveis para se visitar num roteiro pelo Sul da
Provence, na França. A primeira é Arles, vale a pena reservar um tempo para poder explorar esta cidade cheia de ruínas romanas, pela qual Picasso era apaixonado e lugares que serviram de inspiração para as pinturas Van Gogh. A segunda é a estranha Les Baux-de-Provence e a terceira é charmosinha
Saint Remy-de-Provence.
Se a Provence está na sua "lista de desejos" saiba que você não pode deixar de fora do seu roteiro. Elas ficam muito próximas uma da outra, têm jeitinhos diferentes e cabem perfeitamente num único dia.
Arles
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| Crédito da Foto:Istock |
Arles é uma cidade Patrimônio Mundial da UNESCO que fica distante 91 km de Marseille, em uma colina baixa, onde o Rio Rhône se ramifica em duas partes para o mar.
A cidade foi uma grande cidade galo-romana, que remonta ao século VII a.C, com ruínas romanas espalhadas por toda a cidade.
Alguns locais romanos, como a Arena e o Teatro estão integrados nas casas e prédios da cidade. As ruas são verdadeiramente medievais: estreitas e sinuosas entre edifícios antigos. O tráfego de automóveis é permitido em muitos deles, mas andar é muito mais fácil do que dirigir.
Além da Igreja de St. Trophime e do Museu Réattu tem também cafés charmosos, lojinhas com produtos típicos, festival de arroz, além de muitos museus, hotéis e restaurantes.
Além da Igreja de St. Trophime e do Museu Réattu tem também cafés charmosos, lojinhas com produtos típicos, festival de arroz, além de muitos museus, hotéis e restaurantes.
Mercado de Arles

Se você for visitar Arles no sábado, terá a chance de dar uma volta no Mercado de Arles. Se você vier de carro, o mais prático será estacionar no Parking du Centru que está localizado muito perto deste mercado. Aconselho visitá-lo de manhã cedo, pois não é apenas um dos mercados mais bonitos da Provence, mas também um dos maiores.
Com mais de 400 feiras, barracas coloridas cheias de bons cheiros esperam por você: frutas, legumes, queijos, flores, mel, azeite, frios, incluindo as salsichas de Arles, mas também todos os produtos regionais e artesanais.
Com mais de 400 feiras, barracas coloridas cheias de bons cheiros esperam por você: frutas, legumes, queijos, flores, mel, azeite, frios, incluindo as salsichas de Arles, mas também todos os produtos regionais e artesanais.
Para começar a sua excursão, vá para o Posto de Turismo, na Boulevard des Lices, depois vire à direita na Rue Jean Jaures e continue na Place de la République.
No centro da cidade velha, na Rue du Palais, a noroeste da Place de la République, a Place du Forum está repleta de esplanadas, restaurantes e de alguns excelentes hotéis. Há muitas pequenas lojas e boutiques nas ruas estreitas que irradiam da praça.
A Place de la République é a principal praça da cidade velha, a norte da Rue Jean Jaurès da Bvd des Lices. No centro da praça há uma fonte do século XIX encimada por um obelisco romano.O obelisco foi erguido no Circo Romano de Arles pelo imperador romano Constaine II. Depois que o circo foi abandonado no século VI, o obelisco caiu e foi perdido até o século XIV, depois montado em um novo pedestal em sua localização atual no século XVII.
No extremo norte da Place de la République fica o Hôtel de Ville, construído em meados do século XVII, ainda hoje em uso Prefeitura de Arles.
A Église de Sainte-Anne d'Arles, no lado oeste da Place de la République, era a principal igreja paroquial da Idade Média. Foi reconstruida uma vez no século XII, mas caiu em ruínas. A igreja atual foi completamente reconstruida no início do século XVII.

Os claustros centrais estão sendo completamente reformados (2013), mas as galerias estão abertas para visitas, abrigando exposições de arte e (no inverno) o anual Salon des Santonniers.
A românica Cathédrale Saint-Trophime d'Arles fica no lado leste da praça, com seu caminho de entrada ornamentado com colunas de baixo-relevo, foi construída no século XII. Um belo exemplo da arquitetura românica e provençal e um claustro listado como Patrimônio Mundial da UNESCO. O campanário original foi substituído no século XIII pela atual torre quadrada.
Adjacente à Cathédrale de Saint-Trophime está o Claustro Saint-Trophime, com a sua entrada separada para a Place de la République. O claustro foi construído na segunda metade do século XII, com um par de galerias adicionadas no século XIV.Os claustros centrais estão sendo completamente reformados (2013), mas as galerias estão abertas para visitas, abrigando exposições de arte e (no inverno) o anual Salon des Santonniers.
A cidade de Arles tem uma variedade de museus e locais históricos para visitar, incluindo uma Arena Romana, Teatro Romano, Fórum, Banhos e o fabuloso Museu de Antiguidades de Arles, repleto de artefatos romanos únicos.
Anfiteatro de Arles (Arènes d’Arles) 
O Anfiteatro de Arles, Patrimônio Mundial da UNESCO, é uma imensa arena romana construída entre 70 e 80 d.C., no coração da cidade. Com dois andares e 60 arcos por nível, chegou a receber 21 mil espectadores em corridas de bigas, batalhas de gladiadores e caçadas simuladas durante quatro séculos.
Hoje, os visitantes podem caminhar pelo anel interno, subir às arquibancadas e acessar a torre medieval, que oferece uma vista ampla da cidade. No verão, há apresentações e concertos — e, infelizmente, ainda ocorrem touradas, prática da qual não compartilho por motivos éticos e as minhas crenças sobre a crueldade animal.😡
Teatro Romano Antigo de Arles 
O antigo Teatro Romano Antigo fica no centro de Arles, entre o Posto de Turismo e a Arena Romana. O Teatro Antigo tinha assentos semicirculares (cavea) para 10.000 espectadores, um palco e um cenário elaborado.
A maior parte do cenário se foi, mas os assentos ainda estão lá e a grande entrada dos visitantes pode ser vista do parque fora do terreno.
O Teatro Romano de Arles, juntamente com outros locais romanos e românicos em Arles, está listado como Patrimônio Mundial da UNESCO.
Fórum Romano e Cryptoporticus
A maior parte do cenário se foi, mas os assentos ainda estão lá e a grande entrada dos visitantes pode ser vista do parque fora do terreno.
O Teatro Romano de Arles, juntamente com outros locais romanos e românicos em Arles, está listado como Patrimônio Mundial da UNESCO.
História
Construído por volta de 12 a.C. em uma pequena colina e dedicado a Apolo, o Teatro Romano de Arles foi ricamente ornamentado em homenagem ao imperador Augusto, responsável pelo crescimento da cidade. Seu cenário original tinha mais de 100 colunas coríntias, das quais apenas duas permanecem de pé.
Com capacidade entre 10 e 15 mil espectadores, o teatro foi um dos primeiros a usar paredes e galerias radiantes, recebendo tragédias, comédias, mímicas e pantomimas — uma forma de entretenimento mais refinada que os espetáculos da arena. Em alguns eventos, mulheres e crianças só podiam entrar acompanhadas por homens.
A entrada antiga ficava no Jardin d’Été, enquanto a atual está no lado oposto. Hoje, é possível caminhar pelos jardins, subir às arquibancadas e observar as colunas remanescentes do palco, embora pouco tenha restado da estrutura monumental construída pelos romanos.
Fórum Romano e Cryptoporticus
O Fórum Romano foi o primeiro grande projeto de construção romana em Arles, construído entre 32 e 20 a.C. Hoje praticamente desapareceu, mas algumas das colunas originais estão integradas nas paredes do Hôtel du Nord na Place du Forum.
Os Cryptoporticus são os túneis subterrâneos construídos como base para o Fórum, e estão abertos para visitas. Essas passagens da fundação foram construídas como uma grande adega em forma de U, para compensar a inclinação até o Rhône.
Termas Romanas de Constantino
Os banhos romanos, localizados na Rue D. Maisto com continuação na Rue de l'Hôtel de Ville, foram provavelmente os maiores banhos em Provence, e um dos últimos a ser construído no sul da Gália. O material de construção incluía pedra, tijolo, mármore e concreto - uma característica do Império Tardio.
Circo Romano
Os Cryptoporticus são os túneis subterrâneos construídos como base para o Fórum, e estão abertos para visitas. Essas passagens da fundação foram construídas como uma grande adega em forma de U, para compensar a inclinação até o Rhône.
Termas Romanas de Constantino
Circo Romano
O Circo Romano de Arles era uma das maiores estruturas públicas do mundo romano, com 450 metros de comprimento e capacidade para 20 mil espectadores. Ali aconteciam corridas de carruagens — provavelmente até doze competindo ao mesmo tempo — e a linha de chegada era marcada por um obelisco.
Hoje, restam apenas vestígios mínimos: um pequeno trecho de pedras e um painel informativo em frente ao Museu de Antiguidades. Para visualizar sua grandiosidade, o melhor é observar o modelo em escala exibido dentro do museu.Museu de Antiguidades de Arles (Musée Bleu)

O Museu de Antiguidades de Arles, inaugurado em 1995, reúne os principais achados arqueológicos da cidade. O destaque é o Arles Rhone 3, um barco romano de carga com 2.000 anos, descoberto no Rio Ródano em 2011 — uma embarcação de 31 metros que afundou carregando 27 toneladas de pedras.
O museu também exibe uma impressionante coleção de ânforas, mosaicos restaurados provenientes das antigas vilas romanas de Trinquetaille e diversos modelos em escala que recriam Arles na época romana, incluindo a Arena, o Teatro e o Circo.
Com salas amplas, iluminação natural e uma plataforma elevada para observar os mosaicos, o museu é uma das melhores formas de compreender a importância romana da cidade.Museu Arlaten
O pátio do museu contém um antigo templo romano, provavelmente anexado ao Fórum. O artista Jacques Réattu nasceu em Arles em 1700 e, durante sua vida, comprou lentamente este edifício, pouco a pouco, transformando-o em sua casa e estúdio. Quando ele faleceu e deixou a maior parte de seu trabalho para a cidade, eles o converteram no museu que você pode visitar. O próprio Réattu deixou mais de 800 obras para o museu, mas a coleção também apresenta obras de Picasso e de fotógrafos contemporâneos.
Dependendo do seu interesse pelas exposições temporárias, planeje passar entre uma e duas horas aqui.
Alyscamps
O Alyscamp é um cemitério romano e medieval localizado a cerca de dez minutos do centro de Arles. Aparentemente, foi particularmente famoso durante o final da era romana, provavelmente devido a uma lenda de que Cristo compareceu a um enterro e deixou sua marca do joelho em um sarcófago. Mais recentemente, foi pintado por Van Gogh e Gaughin.
Este foi um lugar lendário de grandes vitórias cristãs sobre os sarracenos e o lugar onde os maravilhosos sarcófagos de mármore foram descobertos na necrópole romana, a maior coleção da Europa Ocidental de sarcófagos de mármore fora de Roma, embora os melhores sarcófagos tenham sido removidos para várias igrejas e museus de Arles.
Ao entrar pelo portão em Alyscamp caminhe cerca de 750 metros ao longo do caminho funerário, ladeado por sarcófagos, até chegar à abandonada Èglise de Saint Honorat.
Van Gogh foi para Paris em 20 de fevereiro de 1888. Permaneceu por 14 meses, até 8 de maio de 1889, tendo um de seus momentos mais prolíficos, produzindo 200 pinturas.
Fundação Van Gogh
Esta é uma fundação que promove a influência de Vincent Van Gogh na arte moderna e tem exposições variadas de arte moderna. Costuma ter apenas um único trabalho de Van Gogh em exibição.
Completamente restaurado, reaberto em abril de 2014.
L'Espace Van Gogh
Este lugar já foi um hospital que ficou famoso por Van Gogh, pois o artista ficou aqui depois de cortar sua orelha. O exterior deste edifício mantém ainda o mesmo aspecto de uma das obras que este artista pintou enquanto esteve neste hospital: “Jardim do Hospital de Arles” e “Enfermaria do Hospital de Arles”.
O prédio agora é um centro comunitário e o pátio está aberto para os visitantes passearem e se divertirem.
Le Café La Nuit
Este café parece quase o mesmo que na pintura que Van Gogh fez. Na fachada você encontrará uma pequena placa com as informações desta pintura e poderá ver que são quase iguais. Você vai adorar ver suas semelhanças com as da pintura.
Arles nos passos de Van Gogh
A cidade de Arles marcou uma rota chamada "Nos passos de Vincent Van Gogh”, sugiro que você siga até os quatro cantos da cidade.
Na verdade, existem lugares específicos que correspondem exatamente aos lugares pintados por Van Gogh durante a sua estada na região de Arles, em particular:
· la Forum Square em Café à noite,
· le Ponte Trinquetaille em A escada da ponte Trinquetaille,
· la Rue Mireille em O velho moinho,
· le Jardim da Bdv.des Lices em O jardim público,
· le Quai du Rhône noite em A noite estrelada,
· la Casa Lamartine em A casa amarela (a casa não é mais visível).
Existem dois bilhetes para o Monumento ao Passe que lhe permitem visitar vários museus por um preço muito reduzido.
O Freedom Pass (Passe Liberté)
O Advantage Pass (Pass Advantage)
Dependendo do seu interesse pelas exposições temporárias, planeje passar entre uma e duas horas aqui.
Alyscamps
Este foi um lugar lendário de grandes vitórias cristãs sobre os sarracenos e o lugar onde os maravilhosos sarcófagos de mármore foram descobertos na necrópole romana, a maior coleção da Europa Ocidental de sarcófagos de mármore fora de Roma, embora os melhores sarcófagos tenham sido removidos para várias igrejas e museus de Arles.
Ao entrar pelo portão em Alyscamp caminhe cerca de 750 metros ao longo do caminho funerário, ladeado por sarcófagos, até chegar à abandonada Èglise de Saint Honorat.
Fundação Van Gogh
Esta é uma fundação que promove a influência de Vincent Van Gogh na arte moderna e tem exposições variadas de arte moderna. Costuma ter apenas um único trabalho de Van Gogh em exibição.
Completamente restaurado, reaberto em abril de 2014.
L'Espace Van Gogh
Este lugar já foi um hospital que ficou famoso por Van Gogh, pois o artista ficou aqui depois de cortar sua orelha. O exterior deste edifício mantém ainda o mesmo aspecto de uma das obras que este artista pintou enquanto esteve neste hospital: “Jardim do Hospital de Arles” e “Enfermaria do Hospital de Arles”.
O prédio agora é um centro comunitário e o pátio está aberto para os visitantes passearem e se divertirem.
Le Café La Nuit
Este café parece quase o mesmo que na pintura que Van Gogh fez. Na fachada você encontrará uma pequena placa com as informações desta pintura e poderá ver que são quase iguais. Você vai adorar ver suas semelhanças com as da pintura.
Arles nos passos de Van Gogh
A cidade de Arles marcou uma rota chamada "Nos passos de Vincent Van Gogh”, sugiro que você siga até os quatro cantos da cidade.
Na verdade, existem lugares específicos que correspondem exatamente aos lugares pintados por Van Gogh durante a sua estada na região de Arles, em particular:
· la Forum Square em Café à noite,
· le Ponte Trinquetaille em A escada da ponte Trinquetaille,
· la Rue Mireille em O velho moinho,
· le Jardim da Bdv.des Lices em O jardim público,
· le Quai du Rhône noite em A noite estrelada,
· la Casa Lamartine em A casa amarela (a casa não é mais visível).
O Freedom Pass (Passe Liberté)
O Advantage Pass (Pass Advantage)
O Monument Passes está disponível no Escritório de Turismo de Arles, ou online, através do site do Office de Tourisme.
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Saint Rémy-de-Provence
Saint‑Rémy‑de‑Provence é uma vila pequena, plana e pitoresca, cercada por muralhas medievais do século XIV e repleta de ruas estreitas, fontes encantadoras e praças fotogênicas. Considerada o “coração da Provence”, tem origem galo‑romana e prosperou na Idade Média e na Renascença, quando belas mansões foram construídas. No século XIX, tornou‑se um polo artístico, atraindo escritores, músicos e pintores — entre eles Vincent Van Gogh, que viveu ali seu último ano e pintou obras icônicas como Noite Estrelada. A cidade também é berço de Nostradamus e já recebeu figuras como a Princesa Diana e Caroline de Mônaco.
O centro histórico é ideal para explorar a pé: praças sombreadas, edifícios medievais, lojas provençais e cerâmicas inspiradas em Van Gogh. Apesar de charmosa e bem servida de restaurantes, não é a melhor base para explorar a região, pois tem acesso limitado às autoestradas. Aos sábados, o mercado local anima a cidade com produtos típicos.
Começando pelo escritório de turismo, é possível seguir uma rota que passa pelas antigas portas medievais, mansões renascentistas, capelas góticas, torres de relógio e fontes históricas — um passeio circular que revela toda a atmosfera dessa vila provençal tão especial.
A antiga Porte du Trou ou Portail Trou de l'Orme fica na extremidade norte da cidade velha. Entrando aqui, você caminha pela Rue Nostradamus e encontra a Fonte de Nostradamus.
Michel de Notredame, ou Michael Nostradamus, melhor conhecido simplesmente como
Michel de Notredame, ou Michael Nostradamus, melhor conhecido simplesmente como
Nostradamus, nasceu na Rue Hoche em St Remy-de-Provence em 1503. Conhecido na França antiga como um excelente médico e em outras partes do mundo como profeta.
Astrólogo Real
No meio de sua fama, Catarina de Médici pediu a Nostradamus que escrevesse os horóscopos de seu marido, o rei Henrique II e seus filhos.
A "Florentine Woman" era famosa por manipular e planejar. Em 1560 seu marido estava morto, seu primeiro filho seu sucessor estava morto e seu segundo filho, Carlos IX, tornou-se rei sob seu domínio.
Nostradamus mudou-se para Salon-de-Provence em 1547. Em 1550, a convite do rei, tornou-se médico da corte, embora os requisitos de trabalho fossem mais para a saúde metafísica do que física dos seus patronos. O médico real morreu dezesseis anos depois, em 1566, aos 63 anos de idade.
No meio de sua fama, Catarina de Médici pediu a Nostradamus que escrevesse os horóscopos de seu marido, o rei Henrique II e seus filhos.
A "Florentine Woman" era famosa por manipular e planejar. Em 1560 seu marido estava morto, seu primeiro filho seu sucessor estava morto e seu segundo filho, Carlos IX, tornou-se rei sob seu domínio.
Nostradamus mudou-se para Salon-de-Provence em 1547. Em 1550, a convite do rei, tornou-se médico da corte, embora os requisitos de trabalho fossem mais para a saúde metafísica do que física dos seus patronos. O médico real morreu dezesseis anos depois, em 1566, aos 63 anos de idade.
Na extremidade oposta da cidade velha, o Portail Saint-Paul dá a entrada do sul, para a Rue de la Commune, que leva ao lugar principal Pelissier, onde está a Mairie de Saint-Rémy-de-Provence.
A Fonte dos Golfinhos do início do século XIX está localizada na praça sombreada em frente à Mairie. Esse lindo edifício é do século XVI e está no local de um antigo convento.
Museus de Saint-Remy-de-Provence
Museus de Saint-Remy-de-Provence
- Hotel de Sade – Outrora um complexo balneário romano e posteriormente convertido em casa de família para os ancestrais do Marquês de Sade, o Hotel de Sade é agora um museu que abriga os achados arqueológicos gregos e romanos mais impressionantes do Sítio Arqueológico de Glanum.
- Museu Estrine – Uma antiga mansão particular que agora abriga uma impressionante coleção de arte moderna e contemporânea, além de um centro interpretativo de Vincent Van Gogh.
- Museu des Alpilles – Também localizado em uma antiga mansão privada (esta com denominação de patrimônio protegido), as coleções aqui têm um foco etnológico para ensinar aos visitantes mais sobre a história natural e humana da região de Alpilles, na Provence.
O pintor passou um período curto, aproximadamente um ano, no hospital St Paul de Mausole, quando pintou alguns de seus quadros mais conhecidos, entre eles Campos de Trigo com Ciprestes e Desfiladeiro.
Durante este período de sua vida, ele também pintou duas de suas obras mais notáveis: Starry Night e Self-Portrait.
A instituição psiquiátrica Saint-Paul de Mausole está localizada dentro do Mosteiro de Saint-Paul. O instituto psiquiátrico funciona até hoje, mas sua localização é distante do complexo que hoje é aberto aos turistas.
Durante este período de sua vida, ele também pintou duas de suas obras mais notáveis: Starry Night e Self-Portrait.
A instituição psiquiátrica Saint-Paul de Mausole está localizada dentro do Mosteiro de Saint-Paul. O instituto psiquiátrico funciona até hoje, mas sua localização é distante do complexo que hoje é aberto aos turistas.
Saint-Paul-de-Mausole tornou-se um mosteiro em algum momento na história medieval, com o prédio hospitalar posteriormente construído no complexo de edifícios.
Este belo complexo do antigo mosteiro, localizado ao lado do Glanum romano, hoje é popular por causa da estadia de Van Gogh aqui em 1889-90.
Na parte turística da instalação, você pode visitar uma recriação do quarto de Van Gogh, uma capela, um claustro e os jardins do mosteiro. Se você visitar no início do verão (meados de junho a meados de julho), poderá ver a lavanda em plena floração.
Este belo complexo do antigo mosteiro, localizado ao lado do Glanum romano, hoje é popular por causa da estadia de Van Gogh aqui em 1889-90.
Na parte turística da instalação, você pode visitar uma recriação do quarto de Van Gogh, uma capela, um claustro e os jardins do mosteiro. Se você visitar no início do verão (meados de junho a meados de julho), poderá ver a lavanda em plena floração.
A caminhada do centro de Saint-Remy-de-Provence até os locais localizados ao sul do centro da cidade leva cerca de vinte minutos e se estende por pouco menos de dois quilômetros.
Para tornar a caminhada mais interessante, a cidade criou uma espécie de trilha interpretativa, com placas ao longo do caminho que mostram muitas das pinturas mais famosas de Vincent Van Gogh e fornecem explicações (em inglês e francês) de como elas se relacionam com o que você está vendo enquanto você anda.
Existem algumas placas no centro de Saint-Remy-de-Provence, mas a maioria está localizada ao longo da Avenida Vincent Van Gogh, a caminho das três atrações indicadas abaixo.
Mosteiro Saint Paul-de-Mausole
Para tornar a caminhada mais interessante, a cidade criou uma espécie de trilha interpretativa, com placas ao longo do caminho que mostram muitas das pinturas mais famosas de Vincent Van Gogh e fornecem explicações (em inglês e francês) de como elas se relacionam com o que você está vendo enquanto você anda.
Existem algumas placas no centro de Saint-Remy-de-Provence, mas a maioria está localizada ao longo da Avenida Vincent Van Gogh, a caminho das três atrações indicadas abaixo.
Mosteiro Saint Paul-de-Mausole
O local faz parte do "Circuito Van Gogh" de Saint-Rémy-de-Provence, e a primeira coisa que você verá ao entrar é o campo das oliveiras pintado por Vincent, juntamente com um painel mostrando a pintura da cena.
O robusto campanário românico de duas camadas tem belos arcos com pilares, telhado de pirâmide e ainda mantém um antigo relógio de sol. O coração interno do monastério é um lindo claustro com um jardim central de flores. Atrás do mosteiro estão os jardins, incluindo um lindo campo de lavanda e alguns relógios de sol.
O pequeno quarto de Vincent tinha uma janela com vista para o jardim atrás dos edifícios.
O pequeno quarto de Vincent tinha uma janela com vista para o jardim atrás dos edifícios.
Les Antiques
Além disso, você terá a oportunidade de visitar os conhecidos templos gêmeos, construídos entre os anos 30 e 20 a.C. Essas duas ruínas monumentais dão as boas-vindas ao Les Antiques, um conjunto monumental formando por um arco do triunfo e um mausoléu e ao Sítio Arqueológico de Glanum, a poucos minutos do Mosteiro de Saint-Paul.Não é necessário ingresso para ver esses monumentos à beira da estrada, conhecidos como símbolos de Saint-Remy-de-Provence.
À esquerda, você pode ver o Mausoléu de Júlio, que remonta a cerca de 20 a.C. Isto é bem preservado e em seu estado original. À direita, o arco triunfal foi construído cerca de cinquenta anos depois, mas não sobreviveu tão bem quanto o mausoléu, por isso a parte superior do arco é uma reconstrução do século XVIII.
Sítio Arqueológico de Glanum
À esquerda, você pode ver o Mausoléu de Júlio, que remonta a cerca de 20 a.C. Isto é bem preservado e em seu estado original. À direita, o arco triunfal foi construído cerca de cinquenta anos depois, mas não sobreviveu tão bem quanto o mausoléu, por isso a parte superior do arco é uma reconstrução do século XVIII.
Sítio Arqueológico de Glanum

O Sítio Arqueológico de Glanum fica a menos de 2 km de Saint‑Rémy‑de‑Provence e reúne as ruínas de uma antiga cidade grega e romana que atingiu seu auge no século II a.C. Após ser saqueada pelos Godos em 480 d.C., foi abandonada e só redescoberta em 1921. Considerado um dos pontos altos da visita à região, Glanum tinha área residencial, fórum, fortificações e uma fonte sagrada famosa por seus supostos poderes curativos desde o século IV a.C.
Durante a Idade Média, peregrinos cristãos continuaram a visitar o local, invocando Valetuda, deusa da saúde, e um priorado românico foi construído no século XI. Hoje, restam fundações de casas, trechos de paredes, termas e um mausoléu com pinturas da morte de Adônis. Escavações também revelaram retratos de mármore da esposa e da filha do imperador Augusto.
A visita inclui um mapa bem sinalizado e liberdade para explorar o sítio, com restrição apenas para subir nas paredes frágeis. Um pequeno museu complementa o passeio com maquetes, artefatos e vídeos explicativos. A experiência completa leva entre 1h30 e 2h.
Quarta-feira é um grande dia de mercado em Saint Rémy-de-Provence, uma feira bem concorrida. Vale passear pela cidade por algumas horas para fazer umas comprinhas. O mercado se espalha pelas áreas de estacionamento e praças em torno das partes norte e oeste das avenidas que circundam a cidade velha de Saint-Rémy-de-Provence. Se você gosta de mercados, multidões e uma experiência ativa, quarta-feira é um ótimo dia para visitar. Cafés e restaurantes tendem a ficar lotados na hora do almoço, mas a atmosfera é boa. Há um mercado menor aos sábados, apenas com comida.
Restaurantes em Saint-Remy-de-Provence
Existem muitos restaurantes espalhados pelas diferentes praças. Nos meses de verão, as mesas se espalham pelos terraços e, no inverno, são quentes e aconchegantes por dentro.

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Les Baux-de-Provence
Les Baux-de-Provence é uma das mais belas aldeias (Plus Beaux Villages) e um dos lugares mais inusitados do sul da França, pois é metade em ruínas e metade uma cidade medieval fortificada com vistas incríveis da região, porém é difícil vê-la de longe, tendo em vista que se mistura com a cor das pedras.
O nome “baux” significa “penhasco”, mas ficou mundialmente conhecido por causa da bauxita, minério descoberto pela primeira vez exatamente nessa região — e que acabou levando o nome da vila para o mundo.
Hitória
Les Baux‑de‑Provence é uma vila medieval pitoresca, construída sobre um maciço rochoso entre Arles e Saint‑Rémy‑de‑Provence. A sua localização dramática faz com que pareça brotar naturalmente da pedra, criando uma das paisagens mais impressionantes da Provence. A aldeia é envolta em lendas — como a de que teria sido fundada por Baltazar, um dos Reis Magos, guiado por uma estrela que ainda hoje simboliza o vilarejo.
Durante a Idade Média, Les Baux‑de‑Provence viveu disputas intensas entre os poderosos Lordes de Baux, que afirmavam descender de Baltazar. A glória terminou em 1632, quando Luís XIII ordenou sua destruição por motivos religiosos, levando ao abandono da vila no século XVII.
A aldeia se estende por uma encosta com vales profundos, paredes rochosas e um cume fortificado onde ficam as ruínas do antigo castelo. A estrada que leva até lá atravessa olivais, vinhedos e paisagens típicas dos Alpilles, passando pela Cave Sainte‑Berthe, onde é possível degustar vinhos locais.
Cheia de lojas com produtos típicos e artesanais (os biscoitos são di-vi-nos) na parte de baixo, quanto mais você sobe, ela fica mais tranquila. Uma visita ao Carrières de Lumières é imperdível (imagens de artistas consagrados projetadas nas paredes de uma antiga pedreira).
Hoje, não há moradores na aldeia, apenas pequenas lojas, cafés e restaurantes que funcionam até o entardecer. Uma visita ao vilarejo é uma verdadeira volta no tempo. 
Pelas ruelas estreias, por onde passam apenas pedestres, é possível ver a Église-St-Vincent, a Chapelle des Pénitentes Blancs, casas de pedra, alguns museus e bem no alto o Chateau-Fortress de Les Baux-de-Provence um alto pináculo rochoso que se estende para o sudoeste da vila.
No terraço do Château des Les Baux-de-Provence, além da vista espetacular do Vale do Inferno repleto de oliveiras e parreiras, há muitas catapultas e outras engenhocas usadas nas batalhas medievais.
Neste ponto você pode ver até Aix-en-Provence, a montanha Saint-Victiore e Marseile; de outro, para Arles e a Camargue.
A entrada para a área do chateau é para a Grand Rue e Rue du Chateau para o Hotel de la Tour du Brau, do século XIV.
Na entrada tem uma grande livraria e loja de presentes, a área de ingressos para o Chateau e o Carrières Lumières. Guias de áudio estão disponíveis, incluído com o preço de entrada.
Na entrada tem uma grande livraria e loja de presentes, a área de ingressos para o Chateau e o Carrières Lumières. Guias de áudio estão disponíveis, incluído com o preço de entrada.
Carrières de Lumières
Depois de conhecer Les Baux-de-Provence, assista a uma projeção multimídia no Carrières de Lumières.
Carrières de Lumières é um espaço cultural dedicado a exposições imersivas em torno da arte. Um museu magnífico e dinâmico de espetáculos de luz criado na pedreira subterrânea de Les Baux-de-Provence. 

O espetáculo mistura arte, som e luzes num cenário impressionante no interior de uma caverna. É nas paredes, nas pilastras de sustentação da caverna, no teto e no chão que a projeção acontece com obras de grandes artistas enquanto as pessoas circulam pelo grande salão.
A cada ano, desde 2012, é lançado um novo espetáculo. Em junho de 2023 assistimos« De Vermeer à Van Gogh, les maîtres hollandais » em um programa de longo duração e Mondrian, o arquiteto da cor em um programa de curta duração.




O show dura menos de uma hora e as sessões são contínuas. Você pode entrar e sair a qualquer momento. Difícil mesmo é querer sair. Dá vontade de ficar horas assistindo tudo outra vez.
Assista, é único e diferente de tudo. De uma magia indescritível!!!! Simplesmente fantástico!!!








Como Chegar
Apenas de carro ou ônibus de excursão. Trens não chegam em Les Baux-de-Provence nem em Saint Remy-de-Provence. As estações de trem mais próximas ficam em Aix-en-Provence e Avignon, depois é preciso ter um carro.
Tenha em conta que, o estacionamento em Saint Remy-de-Provence é pago e concorrido. Já, em Les Baux-de-Provence é fácil e gratuito. Fica em frente à bilheteria do Carrières de Lumières, a cinco minutos a pé da escadaria que conduz ao vilarejo de Les Baux-de-Provence e a cinco minutos andando do Hotel Baumanière.
Tendo Arles como base para explorar a Provence, uma das regiões mais especiais da França, programe um dia para conhecê-las. Claro que com direito a uma parada para assistir o espetacular show multimídia Carrières de Lumières. Um dia mais do que especial.
Tendo Arles como base para explorar a Provence, uma das regiões mais especiais da França, programe um dia para conhecê-las. Claro que com direito a uma parada para assistir o espetacular show multimídia Carrières de Lumières. Um dia mais do que especial.
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