Fazia tempo que andava sonhando em fazer um cruzeiro pelo Caribe e poder curtir aquele visual
cinematográfico!!
Esta oportunidade surgiu quando a minha filha estava de férias do
trabalho e não queria viajar sozinha. A princípio, ela pensou em ir para o
Egito, mas, como este é um destino que não tenho coragem de viajar
desacompanhada de uma figura masculina, e desta vez o maridão não poderia ir por
causa do trabalho, convenci-a a fazer um cruzeiro pelo Caribe.
Embarcamos em um cruzeiro de 8 dias/7 noites a bordo do navio Monarch da Pullmantur, navegando
pelas Antilhas e o sul do Caribe, zarpando de Cartagena das Índias, passando por Aruba, Bonaire, Curaçao e Cólon.
Acabamos de voltar e preparei esta postagem para falar como é fazer um Cruzeiro pelo Caribe, falar sobre este navio da Pullmantur e sobre o roteiro que fizemos. 
Acabamos de voltar e preparei esta postagem para falar como é fazer um Cruzeiro pelo Caribe, falar sobre este navio da Pullmantur e sobre o roteiro que fizemos.
🚢Cruzeiros
Como em
qualquer companhia marítima do mundo, um cruzeiro é sempre uma degustação dos destinos: os navios ficam ancorados nas paradas normalmente entre
cinco e nove horas – em geral, os navios ancoram de manhã e partem no fim do
dia —, então você não vai conhecer nenhum lugar a fundo.
Além do mais,
os navios maiores só podem atracar em ilhas com infraestrutura para recebê-los – em geral, as mais urbanizadas. Mas é uma
oportunidade de ver vários lugares diferentes em uma só viagem, sem ter que fazer
e desfazer a mala toda hora, e ainda ter comodidades a bordo.
Existem
inúmeros lugares que se pode visitar por meio de um cruzeiro: destinos populares como no Mar Mediterrâneo; cruzeiros por países da Europa; há navios viajando pelo Rio Amazonas ou pela costa do país, enfim, as possibilidades são inúmeras.
Portos e
arredores costumam ter lojas duty-free e restaurantes, mas, para explorar de
fato os lugares, você precisará comprar excursões a bordo ou em terra, alugar
veículo, tomar táxi ou usar o transporte público, quando houver.
Se você
sonha com um destino em especial, cheque o itinerário para ver se o tempo é
suficiente para saciar a sua vontade.

🏝️️ Caribe
Navegar pelo Caribe também não é diferente, não permite nenhuma
imersão. Mas o maior mercado de
cruzeiros do mundo é o Caribe, onde você consequentemente vai encontrar as
viagens mais baratas. Sendo que, a maioria delas sai de Miami e de outras cidades da Flórida,
mas também há opções zarpando de países como Panamá, Bahamas e Jamaica.

📆 Quando ir
O clima nas ilhas não é uniforme em todo o Caribe, mas pelo menos duas características a se considerar: de junho a novembro é “temporada de furacões”, no norte do Caribe. Nem sempre eles se formam, mas o risco existe e não são raras as tempestades nas áreas externas do navio e nas excursões em terra. Para evitá-las, os barcos podem alterar o itinerário, o que significa não cumprir o roteiro que você comprou. A chance de encontrar tempo bom nessa época está neste roteiro que fizemos ao sul do Caribe, mais perto do Brasil: Aruba, Bonaire, Curaçao, Barbados e Trinidad e Tobago.
Já em dezembro, janeiro e fevereiro é o fim do risco de furacões e o início da estiagem. A alta temporada está no ápice no Caribe; há mais roteiros, mas as tarifas sobem, os portos lotam e os cruzeiros enchem de gringos fugindo do frio. Apesar de que este que fizemos foi em janeiro e o navio estava lotado de sul-americanos: chilenos, argentinos, colombianos, peruanos e principalmente brasileiros.
🗺️ Como chegar
Infelizmente,
ainda não há rotas de cruzeiros caribenhos saindo direto do
Brasil. Mas existem cruzeiros que podem ser feitos com voos diretos para o Caribe, como os que saem
de:
— Porto Canaveral,
Fort Lauderdale e Miami (EUA);
— Colón (Panamá);
— La Romana
(República Dominicana);
— Fort-de-France (Martinica).
Ou com voos com uma conexão para as ilhas caribenhas, como os de:
— Nassau (Bahamas);
— San Juan (Porto Rico);
— Montego Bay
(Jamaica);
— Havana (Cuba) e
— Cartagena
(Colômbia).
Sendo este último o que usamos para chegar ao Caribe. Fomos em um voo pela Avianca (via Bogotá)
Sendo este último o que usamos para chegar ao Caribe. Fomos em um voo pela Avianca (via Bogotá)
saindo do Rio de Janeiro, voltamos pela Copa Airlines (via Colón). Mas também tem voos saindo de São Paulo e Fortaleza.
✍️️ Dicas: por se tratar de uma viagem internacional, você
deverá estar sempre com o passaporte com uma validade mínima de seis meses. No
caso dos destinos por onde passamos, não foi preciso nenhum visto para
desembarcar. Os vistos são necessários somente para cruzeiros que
começam nos EUA ou que passem por seus territórios (Porto Rico e Ilhas Virgens
Americanas). Para Cuba, a companhia aérea ou a empresa de cruzeiros fornece a tarjeta,
mas sempre verifique isso.
Assim como o certificado
de vacinação contra febre amarela, alguns
países exigem o certificado. A vacina contra a febre amarela deve ser tomada, pelo menos, 10 dias antes da viagem.
🧳 Procedimento
de embarque
O embarque no navio é bem parecido com o de avião. Você precisa chegar
com no mínimo 2 horas de antecedência – se puder 3 ou 4, é ainda melhor – para fazer
o check-in.
Outra coisa que deve estar à mão é o seu voucher de
reserva, pois sem ele você não consegue entrar no porto, quem dirá no navio. Em
geral, os procedimentos nos cruzeiros são muito parecidos, mas cada um com as
suas peculiaridades.
Aqui vou falar do cruzeiro no navio Monarch da Pullmantur e contar a nossa experiência no porto de Cartagena das
Índias, que deixa um pouco a desejar quanto à facilidade de embarque nos
navios de cruzeiros.
O lugar de acesso é ruim e tudo muito
confuso. Para dizer a verdade: aquilo lá é uma verdadeira bagunça!
Chegando ao local, é gente para todos os lados e tudo acontece ao “ar
livre”, ou seja, torça para não chover!! Se chover, as pessoas e suas malas se
molham e pronto, nada a fazer. Não aconteceu conosco, mas fiquei pensando nessa
situação.

O local até que é bonito, parece um zoológico, com muitos animais, muitos
pássaros, muitas araras. Porém, tinha um som alto com música caribenha ou
colombiana, sei lá... Aquilo, mais um mundaréu de gente falando, deixava as pobres das araras loucamente estressadas e gritavam sem parar... Sem falar que, ali ao ar
livre, estava um calor do cão!!
Embora o staff da
Cia. Marítima, tenha boa vontade, tentando o tempo todo organizar as filas que
você deve pegar antes de chegar ao estágio final. O funcionário me encheu de formulários
para preencher. É muito fácil fazer isso quando se está sem bagagens, e lá não existe nem carrinho para colocar as malas. Imagina a situação: preencher
papel e arrastar malas!!
Depois de já ter andado um bom pedaço, outro funcionário da Cia.
Marítima olha o meu passaporte e diz que eu tinha que ter entrado em outra fila
para carimbar a saída.
Isto porque existem duas filas a enfrentar: a fila da Polícia Federal
para carimbar o seu passaporte com a saída de Cartagena e a fila para entrar no
navio, onde você segue por um caminho de asfalto e pedra (que ainda tem uma
“rampinha”). Então, tive que deixar a minha filha seguindo sozinha com nossas
malas.
Na fila para carimbar a saída do passaporte, até que tinha pouca gente, mas
só tinha um funcionário para atender e uma pessoa com uns 20 passaportes
na mão!
Depois de todo este perrengue, pensei: "Ufa, finalmente chegamos ao local de check-in!" Que nada, entramos num grande “salão” onde filas davam voltas e mais voltas... E você arrastando malas
o tempo todo... Ainda bem que ali tinha ar-condicionado.
Quando chegou a nossa vez, entregamos a nossa bagagem, que seguirá para a cabine
mais tarde, passamos pelos procedimentos de segurança — o famoso raio-x —, entregamos
os papéis da saúde pública, entregaram-nos o cartão que abre a porta da cabine e fizeram um
bloqueio de 200 US no cartão de crédito (mas pode ser em cash também) para as
despesas que fizéssemos no navio.
Pegamos outra fila, agora para a imigração, onde
entregamos o último formulário. Saímos do salão, andamos um trecho e embarcamos no navio.

Mais
uma dica: leve na sua bagagem de mão coisas que possa
precisar com mais urgência, uma muda de roupa, biquíni e o que mais achar
necessário, pois a mala despachada poderá demorar algumas horas para ser
entregue na sua cabine.
No dia do desembarque, vale a mesma regra, pois precisará deixar a mala na
porta da cabine, num horário que irão lhe informar, e só terá acesso a ela
novamente depois que sair do navio.
E também não leve ferro de
passar roupas, nem mesmo aqueles ferros pequenos de viagem. Se fizer isso, a
mala onde está o ferro ficará retirada. E, ao chegar à cabine, você vai encontrar
uma cartinha pedindo para comparecer no deck de entrada, e lá você vai encontrar a sua mala com uma etiqueta escrita: IRON.
Vai por mim, além de confiscarem seu ferro até o dia da saída, vai pagar o maior mico da viagem!
Sério, este foi o maior volume de ferros de passar roupas apreendidos que já vi em um cruzeiro! Inclusive o meu. 😂😂😂
Sério, este foi o maior volume de ferros de passar roupas apreendidos que já vi em um cruzeiro! Inclusive o meu. 😂😂😂
⛴️ Navio
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| Crédito da foto: Pullmantur. |
Pullmantur.
Foi construído em 1991, nos Chantiers de l'Atlantique em Saint-Nazaire, França, mas foi registrado em La Valletta, Malta, por isso, tremula em sua proa a bandeira da marinha mercante maltesa.
Tem 270 metros de comprimento, 12 andares, 800 tripulantes e recebe
cerca de 2.700 passageiros. Durante este cruzeiro, percorremos 1607 milhas náuticas, equivalente a 2739 km, e havia no barco tripulantes de 36 nacionalidades!


Mas, de todos os cruzeiros que já fiz (aliás, fiz várias postagens sobre viagens de navios, algumas campeãs de visualizações), este foi o menor e, para dizer a verdade, não gostei muito. Este foi o primeiro em que fiquei nauseada. Não sei se foi a
cabine escolhida, se o mar que balança mais ou se foi por culpa do capitão que colocou o barco a todo vapor...
🛏️Cabine
Existem diferentes tipos de cabines; você escolhe na hora em que compra o
seu pacote de viagem. A nossa tinha uma janela grande, mas a vista não era 100%
livre, pois ficava na altura dos botes salva-vidas. Normalmente todas têm uma
cama de casal reversível para duas de solteiro, uma cadeira, uma mesa de
trabalho, televisão e armário. Como se passa pouco tempo na cabine, basicamente
para dormir, ela dá conta do recado com conforto. O banheiro e o chuveiro, como
sempre, apertados.

🍲 Alimentação
Existem vários bares e restaurantes informais que servem o café da manhã, o almoço e o lanche em
sistema de buffet. 

E dois restaurantes em clima mais formal, usados para o
jantar num sistema à la carte,
embora também sirvam café e almoço. Sendo que, para comer nestes, no ato da
reserva do seu cruzeiro, você deve escolher o horário do turno do seu jantar:
19:30h ou 21:45h.
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| Crédito da foto: Pulmantur. |
Bem, tem um monte de opção. Todas as noites eles disponibilizam, nas cabines, os horários e a
programação do dia seguinte; assim, você pode se planejar de véspera o que quer
fazer. 
Mas, basicamente o centro das atividades do dia se concentra em volta das piscinas e jacuzzis, cheia de espreguiçadeiras para quem quer pegar um sol e onde acontecem brincadeiras, palestras e shows no teatro.

Mas, basicamente o centro das atividades do dia se concentra em volta das piscinas e jacuzzis, cheia de espreguiçadeiras para quem quer pegar um sol e onde acontecem brincadeiras, palestras e shows no teatro.

🛍️ Compras a bordo
As lojas dentro dos navios são uma espécie de free shops, que estão isentas de impostos, o que
permite vender a preços mais baixos. No Monarch, todos os dias eram feitas promoções
de produtos, principalmente de joias, perfumes, relógios e cosméticos.
Além disso, todas as compras feitas com cartão de crédito, desde o pacote de internet até os badulaques e perfumes nas lojinhas, puderam ser parceladas em até 5 vezes. O que o brasileiro ama também de paixão, né? Se você estiver
interessado, vale a pena ver se
tem algo com um preço bom. Lembrando sempre que a moeda no navio é dólar ou euro.

🛜 Internet a bordo
Você pode comprar os pacotes ilimitados para uso diário, mas pense bem se
vale a pena, pois a internet é cara e ruim em todos os navios. Além disso, boa
parte do tempo você estará em alguma atividade.

♾️ Sistema all-inclusive e pagamentos a bordo
Na Pullmantur, quase tudo está incluído no preço, como refeições,
entretenimento, piscinas, academia, atividades para as crianças e as bebidas
durante a refeição. Mas tem coisas que se pagam lá, porque não fazem parte do pacote, como: os serviços oferecidos no spa, salão de
beleza, internet, excursões, cassino, compras nas lojas e bebidas não inclusas no pacote.
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| Crédito da foto: Pullmantur. |
Por isso, na hora que fazemos o
check-in, preenchemos uma autorização para abertura de uma conta para estas
despesas. Você poderá escolher pagar em dinheiro ou cartão de crédito.
Se optar por
dinheiro, deverá deixar um depósito de US$ 200 na hora e, uma vez gastando
mais, na hora do check-out você paga a diferença.
Se, por outro lado, não
tiver gasto tudo, você recebe dinheiro de volta. Para isso, deverá ir até
o local indicado antes de sair do navio.
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| Crédito da foto: Pullmantur. |
📸 Excursões
Saiba que as excursões são opcionais. Ninguém é obrigado a sair do navio
em dias de parada e muito menos a comprar os passeios vendidos por ele. Mas,
apesar de não ser muito barato (os preços variavam entre 50 a 60 US por adulto),
você terá a garantia de estar de volta no navio antes que ele zarpe, pois na
hora marcada para partir ele vai embora, mesmo que nem todos os passageiros
estejam a bordo. É isso mesmo, o navio não espera ninguém!

🗺️ Roteiro deste Cruzeiro pelo
Caribe:
Aqui só um resumo, porque nas próximas postagens vou falar mais detalhadamente sobre cada uma das cidades que visitamos. Quer saber como foi? Clique em cima do nome delas.
Aqui só um resumo, porque nas próximas postagens vou falar mais detalhadamente sobre cada uma das cidades que visitamos. Quer saber como foi? Clique em cima do nome delas.
Chegamos a Cartagena
das Índias dois dias antes e ficamos um dia depois do cruzeiro, assim fizemos uma bela adição da cidade histórica à viagem. 

No dia
do embarque, saímos do hotel por volta do meio-dia e fomos para o porto.
Chegando lá, fizemos os procedimentos de embarque e fomos para o navio. Durante a tarde,
exploramos o Monarch, participamos do treinamento de segurança e o
navio zarpou às 18h30min. À noite, participamos de um coquetel de
boas-vindas.
Dia 2: Navegação
Dia em alto mar, os relógios
foram adiantados em uma hora. Minha filha foi à academia. Depois fomos conhecer
mais o navio, tomamos um pouco de sol junto à piscina. Na hora do almoço,
enfrentamos a batalha que é servir e encontrar um lugar para sentar e comer. À
tarde fomos fazer um pacote de internet e comprar nosso pacote de excursão para
Bonaire. E à noite foi o tradicional Jantar de Gala com o capitão. Mas que foi até
bem informal. Os passageiros deste cruzeiro eram pessoas mais simples; não teve
tanta ostentação.
Dia 3: Aruba, Antilhas Holandesas
Às 08h00min da manhã atracamos
em Aruba e às 08h45min estávamos saindo. Neste dia tivemos oito horas para conhecer as
praias e a cidade, pois o navio zarpou às 17h30min.
Dia 4: Bonaire, Antilhas Holandesas
Às 08h00min da manhã atracamos
em Bonaire e às 09h00min estávamos saindo. Neste dia tivemos oito horas para conhecer as atrações da
cidade, pois o navio zarpou às 17h30min.
Dia 5: Curaçao, Antilhas Holandesas
Às
06h30min da manhã atracamos em Curaçao e, antes das 08h00min, estávamos
andando pela cidade. Neste dia tivemos menos de cinco horas para
conhecer as atrações da cidade, pois o navio zarpou às 11h00min. Em
Bonaire não contratamos os serviços de excursões, pois o porto fica bem no
centro da cidade e, como não teríamos muito tempo, preferimos só conhecer o
centrinho mesmo.
Dia 6: Navegação
Mais um dia em alto mar. Este
foi o dia das palestras: pela manhã assisti à uma palestra novamente com a Dra.
Paula sobre problemas ósseos, como artrite, osteoporose...
Depois foi encontrar a minha
filha que estava tomamos sol junto à piscina. Na hora do almoço,
enfrentamos novamente a batalha de servir e encontrar um lugar para sentar e
comer.
À tarde ela estava nauseada,
tomou um Dramin e foi dormir. Eu fui assistir a um seminário sobre postura e
alívio de dores nas costas, no fim da tarde uma palestra de desembarque para os
passageiros de Cartagena. Que por sinal, gostei muito das palestras e
assisti a quase todas. Todos vestidos casualmente naquela noite fomos
assistir ao espetáculo "Launi'e, a origem das cores".
Dia 7: Colón, Panamá
Esta foi a pior noite, balançou
horrores, fiquei muito
mareada. Achei que o navio estava indo muito rápido. Só no dia seguinte
entendi o porquê. A hora prevista para atracar no porto do Panamá era 07h00min da
manhã e chegamos já passando das 07h15min.
Por isso o comandante estava a todo vapor.
Este
era o último dia do passeio e tínhamos sete horas na cidade, pois o navio
zarparia às 14h00min.
Os
pacotes de excursões em Colón eram: conhecer o famoso Canal do Panamá
e passear pelo Centro Histórico da cidade. Mas existem também
passeios de compras. Como eu já havia estudado um esquema de como chegar à zona
franca, preferi ir por conta.
Gente, imagina o Paraguai;
assim é a zona livre de Colón! Um pouco melhor vai... No início ficamos meio
perdidas para achar a entrada.

Como chegamos cedo, as ruas
estavam vazias e muitas lojas ainda fechadas. Dizem que os preços valem a pena,
mas andamos comparando com os do navio e estavam praticamente iguais ou até um
pouco mais caros, como, por exemplo, os relógios que minha filha acabou comprando
um no navio mesmo.
Sem falar que você ainda
corre o risco de comprar gato por lebre. Sim, lá também tem falsificações. Da
mesma forma que no Paraguai existem lojas que vendem produtos originais e lojas
com produtos falsificados.

Acabamos não conhecendo a
eclusa, mas já ouvi falar que não vale a pena. Além do mais, eclusa por eclusa,
já conheço a nossa de Barra Bonita, em São Paulo. Só gostaria de ter conhecido o centro histórico da cidade.
Basicamente,
este foi o nosso último dia para curtir a sombra e água fresca no navio. Neste
dia almoçamos no navio, passamos pelo free shop e, à noite, depois do
jantar, fomos assistir a mais um espetáculo no teatro, com o show
"ABBA — Thank you for the music". Que também adorei! Além de ser fã
deles, o diretor, que por sinal é um brasileiro, é muito bom. Valeu muito a
pena assistir a todos os espetáculos dele.
Dia 8: Cartagena das Índias, Colômbia
O
Monarch atracou no porto de Cartagena, às 09h30min. Teríamos mais um dia
para conhecer esta linda
cidade colonial colombiana. Como havíamos conhecido o centro histórico
no dia em que chegamos, optamos por
fazer um passeio pela parte nova da cidade.
No
dia seguinte, fomos para o aeroporto e embarcamos de volta para casa, já com
saudades desse nosso cruzeiro pelo Caribe e com vontade de fazer outro em
breve. Afinal, há tantos outros lugares lindos para conhecer na região, não é
mesmo?!
- 13:44
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Enfim, 
