O que ver em Montenegro

20:41

Resolvi fazer uma só postagem sobre este pequeno, porém lindo país chamado Montenegro e, não uma para cada cidade como costumo fazer, pois esta foi a parte mais frustante de nossa viagem aos Bálcãs. Como expliquei anteriormente, meu marido não estava bem e resolvemos antecipar a nossa viagem, cancelando a reserva de três hotéis (inclusive um em Dubrovnik) e remarcando as passagens aéreas de volta ao Brasil. Então, ficou muita coisa sem ver e cidades que estavam no roteiro como: Lago Skadar, Lovcen National Park, Herceg Novi, Cetinje, Virpazar e outras cidades da baía de Kotor(Perast, Tivat, Prcanj, Muo) todas ficaram sem visitar. Portanto, esta será a minha última postagem sobre os Bálcãs.

Montenegro está localizado à beira do mar Adriático e é o vizinho não-famoso da Croácia. Foi parte da antiga Iugoslávia, mas é um país muito jovem, está com apenas 8 anos de vida, pois foi o último a se tornar independente da Sérvia em 2006.  O país é muito frequentado pelos russos que dominam a propriedade de apartamentos e residências à beira-mar. Montenegro também é um país bem pequenininho, com menos de 700 mil habitantes, e seu território tem menos de 14 mil km², menor do que Sergipe - o menor estado brasileiro, com cidadezinhas medievais  muito bem reservadas que, dão aquele toque especial. A sua geografia é repleta de belezas naturais e composta por montanhas altíssimas formando paisagens e cenários fascinantes de tirar o fôlego.

Principais atrações: Podgorica, a capital de Montenegro carece de atrativos, mas Montenegro reserva surpresas para os viajantes que desbravam seu interior. O maior potencial turístico do país é o seu litoral escarpado à beira do mar Adriático. Além de outras belas praias, Budva é o mais popular balneário da região, tem uma charmosa cidadela medieval situada numa península rochosa.
Outro destino imperdível na costa montenegrina é o vilarejo de Kotor, à beira de uma baía cercada por dramáticos fiordes.
Informações básicas
Línguas oficiais: montenegrino e sérvio. Em algumas regiões o italiano e o albanês também são falados, mas com o inglês dá para se comunicar sem problemas.
Moeda: curioso e interessante é que eles usam o euro, mesmo sem pertencer a União Europeia. Lançaram sua candidatura em 2008, para fazer parte da UE, mas ainda aguardam a resposta final.
Fuso horário: + 4 horas em relação do Brasil.
Quando ir: maio, junho, setembro para aproveitar os meses mais quentes e sem muitos turistas. Julho e agosto lotam de europeus que já descobriram Montenegro. Os preços são mais justos e as cidades muito mais vazias.
Onde ficar: Se você não tiver cacife para ficar no Aman Resort cuja diária gira em torno de 700 a 850 euros. O preço é salgado, porém dizem que compatível com o conforto e exclusividade que se desfruta. Você pode reservar outros pelo Booking.com que é parceiro do Sonhos de Viagem a II. Se você fizer a sua reserva usando os links desta página, você pode ter um excelente preço em sua hospedagem, e o melhor, sem pagar um centavo a mais pela sua reserva.
Nós, por exemplo, reservamos o Hotel Meridian, com diária ao custo de 72, 00 euros. Ele não fica no centro de Budva, mas tem uma ótima localização na praia de Bečići, que foi escolhida como uma das praias mais bonitas do Mediterrâneo.  Este hotel foi tudo que esperávamos, bem junto à uma praia tranquila. Há vários e bons restaurantes perto, cafés com pizza barata e bebidas se você estiver procurando algo rápido.
O hotel possui apenas 10 quartos, e como o hotel foi construído num encosta, a vista é excelente. O nosso quarto tinha vista para a piscina e para o mar, com uma vista linda tanto do amanhecer, quanto do por do sol. Muito lindo e romântico!

No quarto tem janelas panorâmicas e um painel com comandos automáticos, como por exemplo, as cortinas podem ser abertas com um único toque de botão, e o ar desliga quando as janelas são abertas. O quarto era limpo e novo. Tinha uma cafeteira, frigobar, armários com muitos espaços para roupas.

O hotel tem duas saídas: uma escada do hotel leva diretamente à praia, avenida, lojas e restaurantes e a outra vai para um pequeno estacionamento com um portão automático no terceiro andar do hotel, que tem saída para a rodovia. O staff da recepção é muito simpático e atencioso. Inclusive a senhorinha do café da manhã não falava inglês, mas dava para entender que, provássemos uma comida típica feita por ela...Gostaria de ter ficado mais tempo, mas espero voltar algum dia...
Como chegar: vôos do Brasil para a capital de Montenegro, Podgorica (TGD), com apenas uma conexão na Europa pela Alitalia e Turkish Airlines. O aeroporto de Tivat (TIV) é o fica mais próximo das cidades citadas aqui, mas recebe poucos voos. Um jeito fácil de chegar é voando para Dubrovnik na Croácia, que fica a menos de 50 km e alugar um carro. A única precaução é contratar o seguro verde exigido na fronteira. Nós chegamos pela Albânia e foi a primeira vez que encontramos fila e esperamos mais de hora para cruzar uma fronteira.
Acho que havia fila porque lá as imigrações estão concentradas no  mesmo lugar – nos outros países, passávamos uns 500 metros até chegar no prédio da imigração de outro país. Em Muriqan-lado Albanês e Sukobin- lado montenegrino, é tudo no mesmo lugar.
Dali seguimos pela estrada à beira-mar, passando primeiramente em Bar.
Bar é uma pequena cidade portuária, moderna, incrivelmente limpa e com muitas áreas verdes e algumas atrações turísticas, como a Fortaleza Haj Nehaj, do século 15 e o castelo do rei Nikola, uma oliveira velha que tem mais de 2000 anos de idade e o lago Skadar, com um dos maiores habitats dos pássaros, bem como um grande número de mosteiros e igrejas para os visitantes que gostam desse tipo de turismo.
Olha, tem até Copacabana! Será que é a da Bolívia ou a Copacabana onde moramos? De qualquer forma estamos beeem longe de casa!
Paramos em Bar para almoçar e depois seguimos viagem por uma estrada estreita e cheia de curvas.
Além do controle de velocidade ser rigoroso, isso até ajuda a relaxar e aproveitar o visual do caminho que de um lado está o mar Adriático e do outro montanhas até chegar em Sveti Stefan.
A ilhota era uma pequena comunidade de pescadores centenária, cujos lindos prédios datam do século XV, foi transformada por algum tempo em um sofisticado hotel de luxo, frequentado por celebridades de Hollywood e a realeza Europeia. Por influência da Croácia(a vizinha badalada que é o principal destino turístico dos Bálcãs), Montenegro passou a receber muitos turistas.
E assim, a ilha de Sv. Stefan, mais recentemente, foi comprada pela rede Aman Resorts, sendo hoje um resort de luxo de seis estrelas. Inclusive, serviu de cenário para um dos filmes de James Bond.
O hotel ocupa toda a ilha de Sv. Stefan, que tem mais de 12 mil metros², um lugar paradisíaco e cheio de história.
O acesso é feito por um istmo que conecta a ilha ao continente, não há outra maneira de entrar no hotel, portanto, a privacidade é total. Então, o que acontece com os reles mortais, é subir até o mirante na estrada, onde ficam ali muiiiiito tempo apreciando…contentando-se com as inúmeras fotografias que vão levar daquela paisagem incrível!
Dali, seguimos viagem para Budva, onde pernoitaríamos. O trajeto de Sveti Stefan até Budva é de menos de 15 Km. No dia seguinte saímos para visitar a cidade.
Budva
Budva é uma pequena cidade costeira do Montenegro com cerca de 20 mil habitantes, considerada a sexta maior cidade de Montenegro em número de habitantes. Mas apesar de ser pequena tem um passado longo.
Há vestígios arqueológicos que levam a crer que no século V a.C. já era habitada. A cidade apresenta uma típica arquitetura mediterrânica com cerca de 3500 anos de história e algumas das construções mais antigas de toda a costa Adriática.
Budva costuma ser a cidade escolhida como base por quem quer passar férias em Montenegro por ser um local relativamente central para se alcançar os principais pontos de interesse do país e por ser uma cidade com boa vida noturna.
Desde 2010 Budva é o maior e o principal centro turístico do Montenegro, sendo a "capital do turismo montenegrino". A cidade histórica de Budva, enquadrada nas montanhas adjacentes e com vasta herança cultural, com as noites mais badalada do país e a sua linha costeira conhecida como Budvanska Rivijera, que inclui uma linha de 11 km de belas praias de águas cristalinas e chão de pedrinhas em vez de areia podem proporcionar um interessante destino de férias a baixos preços.
No entanto é de salientar que o nível das infraestruturas turísticas, ainda não é muito alto, sendo por isso de contar com certas limitações como a falta de qualidade da água da torneira bem como frequentes falhas de eletricidade. E o desenvolvimento urbano proporcionado pelo turismo não tem sido o melhor nos últimos anos, sendo que a parte nova da cidade foi construída sem qualquer planejamento urbano e consiste em edifícios com pouca qualidade de construção que,  já aparentam alguns sinais de degradação apesar de terem sido construídos há pouco tempo.
História
De acordo com uma antiga lenda a cidade terá sido fundada por Cadmo, uma figura da mitologia grega, fundador da cidade de Tebas da qual acabaria por partir em exílio acabando em Budva onde encontrou um porto de abrigo para si e para a sua mulher, Harmonia.
Mais tarde, gregos e romanos deixaram as marcas de sua passagem por aquelas terras no litoral do mar Adriático, que constituiu um dos pontos fronteiriços da divisão do Império Romano, fato que muitas marcas deixou na história cultural da cidade.
Durante o período da idade média a cidade foi governada por aristocratas Sérvios antes de esta ser ocupada pelos Venezianos que se instalaram na cidade durante aproximadamente 400 anos, entre 1420 e 1797. Conhecida em italiano por Budua a cidade foi parte da República de Veneza integrada na região da Baía de Kotor. O idioma falado na cidade até ao século XIX era o veneziano.
Budva apresenta traços únicos de uma antiga cidade veneziana, pois os venezianos fortificaram as cidade de forma a protegerem-na de um eventual ataque do Império Otomano. No entanto apesar da cidade nunca ter sido capturada pelos Otomanos, acabou por ter estado sob domínio de vários outros povos como os Austro-húngaros, os Franceses e até os Russos.
As tropas Austro-húngaras deixaram a cidade à mercê dos Sérvios, que a capturaram, anexando sendo em 1918 ao Reino da Iugoslávia, onde esta  permaneceria até ser capturada pelo Reino da Itália em 1941.
Na sequência da II Guerra Mundial a área próxima da cidade foi muito afetada pelos combates sangrentos entre os membros do Partido Comunista e as tropas do Eixo, sendo a cidade libertada das tropas nazistas no dia 22 de Novembro de 1944, passando a fazer parte da recém criada Federação da Jugoslávia.
Como se isso não bastasse, em Abril de 1979 a cidade foi praticamente destruída por um terremoto, que devastou uma grande parte do centro histórico da cidade. No entanto hoje ao caminhar por seus labirintos nem se percebe os estragos desse terrível acontecimento, visto que os edifícios afetados foram restaurados de acordo com as suas formas originais.
Cidadela
Trata-se de uma zona muito bonita e completamente restaurada, onde se podem encontrar imensos restaurante e lojas com artesanato local bem como muitos outros artigos destinados aos turistas.
Da Cidadela é de onde se tem ótimas vistas da cidade murada, toda para pedestres! Custa 2,50 por pessoa para entrar.
Enormes muralhas protegem a Cidade Velha de Budva.
Subitamente, entre uma rua e outra, aparece uma porta em formato de arco e aos poucos vai se descortinando o mar Adriático. E, que mar!
Cristalino e de um azul lindo! A vista a partir da antiga cidadela sobre toda a linha costeira da cidade de Budva é verdadeiramente espetacular.
A antiga fortaleza veneziana é visitável e tem no seu interior, o Museu de Arqueologia, que merece uma visita. Trata-se de um monumento muito bem restaurado como aliás todo o patrimônio histórico da cidade.
No seu interior há muitas edificações do século XV e ruas com calçamento de pedras que muitas vezes desembocam em pequenas praças repletas de restaurantes, vez ou outra aparece uma igrejinha.
As estreitas ruas do centro histórico de Budva são de inegável beleza e muito bem restauradas. A herança veneziana está muito bem preservada no centro histórico da cidade, cujo estilo é visível nas portas, janelas e varandas, e principalmente nas muralhas, principal atração turística da cidade.
Budva é uma cidade alegre e o astral é animado. Passei bastante pela Stari Grad. A cidade é o balneário dos Bálcãs por excelência, com uma Old Town super charmosa, mas não é um local onde as pessoas vivam – sem casas – não existem residências por ali, apenas lojas e restaurantes.
Existem três igrejas na cidade: A Igreja de Santa Maria é a mais antiga da cidade, foi construída em 840. Também se pode conhecer a igreja de St. Ivan, a pequenina Sveta Trojica ou Igreja da Santíssima Trindade, de 1804 e o Monastério Stanjevici.
Saindo da Cidade Velha, ela conta com uma agradável avenida para passeio na beira-mar repleta de cafés, restaurantes, boates e clubes.
Há um píer cheio de barcos que podem ser usados para passeios pelos arredores. Um lugar bem procurado é a ilha de St. Nikola, uma ilha que parece estar afundando. De um lado tem enormes penhascos e do outro praias de areia.
Aliás, o que mais nos marcou em Budva foram os iates imensos na Marina, de milionários russos, e a quantidade de viajantes russos e ucranianos. Dizem também que, no verão o litoral de Montenegro fica tomado pelos sérvios.
No dia seguinte fomos para Kotor. De Budva até Kotor são 25 km. Da fronteira de Montenegro com a Croácia até a cidade de Kotor são mais ou menos 45 quilômetros com um belo trajeto pelos fiordes. Tudo muito perto, mas cada parada absorve um bom tempo, pois as cidades são encantadoras e cheias de história.
Kotor
A Baía de Kotor foi tombada pela UNESCO como patrimônio natural, histórico e cultural. No extremo sul da Baía fica a belíssima antiga cidade murada de Kotor, que deu nome à Baía. Em Kotor, as montanhas altas e em tons pálidos descem abruptamente até encontrar as águas cristalinas da baía. O cenário é belíssimo! A minha sensação era de total encantamento!

Ali, o vale de um antigo rio foi inundado pelas águas do mar e se formou uma espécie de fiorde. Os fiordes clássicos costumam ser de origem glacial como os da Dinamarca ou Noruega, mas tanto em Montenegro como em Paraty, no Brasil, a formação é muito semelhante.
Havia lido que a Baía de Kotor era um lugar complicadíssimo para dirigir, e mais ainda para estacionar, pois a nossa percepção foi oposta: não consigo nem imaginar que complicado deve ser andar por lá sem um veículo próprio, dependendo de transporte coletivo; achamos facílimo de nos deslocar dirigindo ao redor da Baía e, mais que tudo, não tivemos grandes dificuldades para estacionar,  bastou andar um pouquinho, dar uma voltinha, logo descobrimos um lugar free para estacionar.

Portões de entrada
Entramos na Old Town pelo Portão Marítimo ou Sea Gate de 1555, que fica no lado oeste da cidade, de frente para a Baía de Kotor, portanto para o mar como o próprio nome indica.
Existem outros 2 portões de entrada na cidade murada, mais importantes: o Skurda Gate e o Gurdic Gate.
O Portão do Rio ou Skurda Gate fica ao norte, na frente do Rio Skurda. Perto de onde havíamos estacionado. Ali há uma nascente, por isso é limpíssima.

Portão Gurdic fica ao sul da cidade. Passa-se por ele quem vem ou vai em direção à Budva, como foi o nosso caso.

Cidade Velha
Espremida entre o mar da Baía de Kotor e o Mt Lovcen, a cidade velha se esconde entre muralhas imponentes desenhadas em formato de funil ou triangular. Na Idade Média, Kotor era um importante porto na costa montenegrina, com isso o comércio e a arte tiveram grande impulso na região.
Pelo lado de dentro das muralhas, a Stari Grad forma um labirinto de ruelas com calçamento de mármore, onde  carros não circulam e 9 antigos palácios; 14 igrejas ortodoxas e monastérios e igrejas católicas, alguns apenas marcados por ruínas e a maior parte está fechada para visitas; praças que surgem a cada esquina repleta de restaurantes, cafés  e lojinhas de souvenir que embelezam a cidade. Os turistas se deleitam com a arquitetura medieval não tão bem preservada, mas fazem com que esta cidade fortificada que é bem pequena(em 2 h de caminhada você a percorre inteirinha) seja puro charme!
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O que vale é se perder pelos becos e ruelas, observar as fachadas de pedras, sentar para tomar um café, degustar uma bela taça de vinho, provar o famoso presunto cru montenegrino, almoçar ou jantar num dos tantos restaurantes da cidade antiga. Afinal, há uma forte influência veneziana na cidade que pertenceu a Sereníssima Republica di Venezia por quase 300 anos.

Nós almoçamos no restaurante Snack Bar As, numa das praças da cidade murada.  Pedimos um risotto e um penne carbonara, mais uma cerveja e suco de laranja. Estava tudo ótimo. Foram € 23, achei bem razoável, com internet wifi.

Muralhas de Kotor
Mas, não basta observar a cidade apenas ao nível do mar, um grande programa estando em Kotor, é a subida pela muralha que serpenteia o Monte St. Ivan até o Castelo de St. John, a 1200 metros de altura, cuja visão da Baía de Kotor e deslumbrante e espetacular!

Mas não é de teleférico nem de bondinho. É subindo a pé mesmo, por uma escadaria de pedras de nada mais nada menos do que 1350 degraus. Realmente, a escadaria é escorregadia, bastante íngreme e cansativa. Essa proeza é para os fortes e para quem tem fôlego, pois exige bom preparo físico, especialmente, no calor do verão. O valor do ingresso para a subida é 3 euros. 


A cidade ganhou a proteção de muralhas e fortalezas no século XV devido aos constantes ataques do Império Otomano. Um terremoto ocorrido em 1979 foi o causador dos estragos que hoje se vê em alguns trechos. As muralhas vão se encarapitando pelas montanhas que ficam atrás da cidadela e se confundem com as próprias montanhas - parece uma serpente "serpenteando" pelas montanhas.

Vale o esforço da subida. O visual é lindo! Baía de Kotor, Montenegro, uma belíssima descoberta!

Existem 2 entradas para as muralhas, uma mais ao sudeste da cidade, por onde entramos, e outra mais a nordeste, por onde descemos, perto do River Gate. Acho que tanto faz entrar por uma ou por outra - não vi nenhuma vantagem ou desvantagem, mas o ideal é subir por um lado e descer pelo outro. A entrada que usei fica perto da Trg od Salata

Assim como muitos outros países,  Montenegro também é um daqueles que eu realmente nem sonhava em conhecer um dia. Mas, adorei ter conhecido! Montenegro tem fiordes, montanhas, um mar lindo, cidades medievais muradas e um hotel da cadeia Aman para ninguém botar defeito. Sem tantas guerras como os outros países dos Bálcãs, Montenegro é uma nação de paz, e surpreendentemente lindo!


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